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Jovens criam inteligência artificial capaz de prever Parkinson pela caligrafia

Jovens dos EUA desenvolveram uma inteligência artificial capaz de detectar Parkinson por meio de análise da caligrafia. A tecnologia se concentra principalmente na micrografia, condição que diminui o tamanho da letra e é um dos sinais mais comuns em pacientes com a doença.

Para desenvolver a ferramenta, os irmãos Tanish Tyagi e Riya Tyagi, de 16 e 14 anos, utilizaram o machine learning baseado em GPU da NVIDIA . A proposta é criar um modelo acessível que possa fazer a detecção precoce da doença.

As pesquisas sobre o assunto tiveram início em fevereiro de 2021, e o trabalho em si contou com a orientação de pesquisadores da Penn State University. Os laboratórios do Massachusetts General Hospital também estão conectados à pesquisa.

O conjunto de dados utilizados para a elaboração da ferramenta inclui imagens de código aberto de exames de desenho de 53 pessoas saudáveis e 105 pacientes de Parkinson. Os jovens também extraíram várias características dessas imagens que lhes permitiram analisar os tremores por escrito. A estimativa é que a previsão possa ficar ainda mais precisa, quando se tiver um conjunto de dados maior e mais equilibrado.

Inteligência artificial pode prever Parkinson com base na caligrafia (Imagem: twenty20photos/envato)
Inteligência artificial pode prever Parkinson com base na caligrafia (Imagem: twenty20photos/envato)

Atualmente, os jovens norte-americanos trabalham no processamento da imagem de um usuário, alimentando no modelo e retornando resultados abrangentes para que o usuário possa realmente entender o diagnóstico que o modelo está fazendo.

A ideia a curto prazo, no entandt, ainda é aumentar o tamanho do conjunto de dados para melhorar a precisão do modelo, desenvolver ainda mais o modelo e construir um site. A meta é que as pessoas possam preencher um formulário de avaliação de caligrafia e enviá-lo para detecção.

Doença de Parkinson

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 1% da população mundial a partir dos 65 anos sofre com a doença. No Brasil, a estimativa é de 200 mil pessoas com Parkinson. Enquanto isso, o Ministério da Saúde considera como a segunda doença neurodegenerativa progressiva mais frequente no mundo, perdendo apenas para o Alzheimer.

Em entrevista anterior ao Canaltech, especialistas revelaram que a doença de Parkinson é causada pela morte inesperada de neurônios produtores da substância neurotransmissora dopamina em um local bem específico do cérebro, chamado Substância Negra.

Dentre as pesquisas mais recentes, estudantes da USP descobriram uma nova substância que pode evitar a evolução do Parkinson. Nos experimentos conduzidos em camundongos, esse composto reduziu cerca de 60% da morte celular cerebral.

Fonte: Canaltech

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