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Jovem de 17 anos é acusada de realizar aborto após ter Facebook investigado

Uma adolescente encara acusações criminais por realizar um aborto no Nebrasca, nos Estados Unidos, após ter seu histórico de mensagens no Facebook vasculhado por autoridades. Essa seria uma das primeiras ocorrências em que a atividade na rede social de Mark Zuckerberg é utilizada para incriminar alguém num estado do país norte-americano cujo direito ao aborto é mais restrito. As informações são da Forbes.

A jovem Celeste Burgess, de 17 anos, e sua mãe, Jessica Burgess, foram acusadas em julho deste ano por “supostamente remover, ocultar ou abandonar” o corpo de outra pessoa. A menina teria realizado o procedimento na 23ª semana de gestação, porém, o estado do Nebrasca permite o aborto somente até a 20ª semana.

O mandado teria autorizado à polícia a investigar os chats privados de Celeste (Imagem: Divulgação/Messenger)
O mandado teria autorizado à polícia a investigar os chats privados de Celeste (Imagem: Divulgação/Messenger)

À polícia, Celeste disse que teria sofrido um aborto espontâneo, porém, na sequência das investigações, as autoridades constataram que o processo foi voluntário e contou com a ajuda da mãe. A descoberta aconteceu através da perícia feita no perfil do Facebook da jovem, em que foram encontradas mensagens da dupla acerca do procedimento.

Facebook não sabia do aborto

Contactado pela Forbes, o Facebook disse por meio de um porta-voz que não sabia que o mandado policial se referia a aborto. “Nada nos mandados válidos que recebemos da polícia local no início de junho, antes da decisão da Suprema Corte [que restringe o direito ao aborto nos EUA], mencionava o aborto”, disse. “Os mandados diziam respeito a acusações relacionadas a uma investigação criminal e, na época, documentos judiciais indicam que a polícia investigava um caso de um bebê natimorto queimado e enterrado”, completou.

Precedente importante

Apesar de ter favorecido a investigação da polícia do Nebrasca no caso de Celeste Burguess, a Meta afirma que dedica esforços para “manter pessoas seguras” em casos de busca por aborto seguro. Internamente, a empresa até teria uma política de reembolso para funcionárias que precisassem viajar para outros estados nos Estados Unidos à procura do procedimento.

Contudo, a companhia de Mark Zuckerberg garante não tomar somente um lado nesse debate. A Meta não esclareceu que medidas prepara sobre a moderação de conteúdo quando o assunto é aborto, enquanto usuários relatam que a rede social remove publicações relacionadas a pílulas abortivas de forma automática.

Fonte: Canaltech

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