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Jornalista Khaled Drareni condenado a dois anos de prisão na Argélia

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Manifestantes na Argélia pedem a libertação do jornalista Khaled Drareni
Manifestantes na Argélia pedem a libertação do jornalista Khaled Drareni

Detido há quase seis meses, o jornalista Khaled Drareni, que virou um símbolo da luta pela liberdade de imprensa na Argélia, foi condenado nesta terça-feira, no julgamento da apelação, a dois anos de prisão, o que significa que permanecerá detido. 

"Dois anos de prisão para Drareni. Vamos apelar", disse à AFP um de seus advogados, Mustapha Bouchachi.

No Twitter, o irmão do jornalista, Chekib Drareni, afirmou que estava "irritado, chocado e decepcionado com a decisão do tribunal, que mais uma vez reforça a injustiça na Argélia". 

Os advogados, colegas e parentes de Drareni esperavam a absolvição ou clemência. 

A severidade da sentença provocou indignação e revolta dos jornalistas presentes no tribunal. 

Drareni, 40 anos, foi condenado em 10 de agosto a três anos de prisão por "incitar um protesto não armado" e "prejudicar a unidade nacional".

No início do processo de apelação, o promotor solicitou quatro anos de prisão para o fundador do site de notícias Casbah Tribune, que também é correspondente na Argélia do canal francês TV5 Monde e da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF). 

"Mantê-lo detido é a prova de que o regime está preso a uma repressão absurda, injusta e violenta", afirmou o secretário-geral da RSF, Christophe Deloire, em um comunicado.

Drareni, detido desde 29 de março, foi preso depois de cobrir uma manifestação estudantil em Argel em 7 de março como parte do Hirak, movimento de protesto pacífico que nasceu em fevereiro de 2019 e com o qual os argelinos reclamam uma mudança profunda do "sistema" vigente desde a independência em 1962.

Também é acusado de ter criticado no Facebook a "corrupção e o dinheiro" do sistema político, segundo a RSF.

ad-fa-sc-agr/tp/pc/mis/fp