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Jogos de videogame crescem como porta de entrada para a ação de cibercriminosos

·2 minuto de leitura

Com a necessidade do isolamento social resultante da pandemia da COVID-19, cada vez mais pessoas encontram nos videogames uma forma de diversão e relaxamento — dados da 8ª edição da Pesquisa Game Brasil mostram que 75,8% dos jogadores brasileiros dedicaram mais tempo aos games nesse período. E essa tendência não passou despercebida por grupos de cibercriminosos.

As máquinas dedicadas a games chamam a atenção por sua associação a dados sensíveis, que vão do login e senha usado para acessar contas online a números de cartão de crédito e informações pessoais. Além disso, consoles modernos trazem recursos de comunicação como correios eletrônicos e integrações com outras plataformas, o que aumenta o potencial destrutivo de uma possível invasão.

Segundo a Check Point Security, as questões de segurança relacionadas à jogatina online não param por aí. É comum encontrar sites não oficiais que atraem usuários com a promessa de softwares ou títulos gratuitos e podem associar malwares a downloads que parecem legítimos — antes de prosseguir, sempre procure pelo indicativo "htttp://", que mostra que um certificado de segurança SSL está presente (garantindo a criptografia entre o site e o navegador).

Phishing e invasões são riscos reais

Outra ameaça comum são os golpes de phishing, que tentam atrair principalmente crianças e adolescentes fãs de jogos. A empresa de segurança recomenda nunca clicar em links enviados por e-mails com remetentes desconhecidos ou que pareçam ter sido criados por empresas de games (como pedidos de redefinição de senha). No caso de dúvida, a melhor solução é sempre visitar a página oficial dos desenvolvedores em busca de informações.

A porta de entrada para os golpes também pode estar localizada em recursos normais de smartphones, como o acesso a câmeras e microfones ou as permissões de navegação. Embora sejam exigidos por alguns títulos, esses recursos devem ser desativados sempre que possível — os dados obtidos através deles podem ficar expostos caso as empresas que fornecem os jogos sejam invadidas.

Embora a ameaça aos jogadores seja real, há como tomar medidas simples para evitá-las. Além da recomendação de não salvar dados de pagamento automáticos, é preciso ficar atento a links suspeitos e a promessas muito tentadoras (como games gratuitos ou acesso a itens exclusivos) que não podem ser verificados — na maioria dos casos, elas resultam em mais dor de cabeça do que diversão para os jogadores.

Fonte: Canaltech

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