Mercado fechado
  • BOVESPA

    112.316,16
    -1.861,39 (-1,63%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    54.774,91
    -389,10 (-0,71%)
     
  • PETROLEO CRU

    79,38
    -1,63 (-2,01%)
     
  • OURO

    1.943,90
    -2,80 (-0,14%)
     
  • BTC-USD

    22.956,65
    -13,28 (-0,06%)
     
  • CMC Crypto 200

    526,66
    +9,65 (+1,87%)
     
  • S&P500

    4.070,56
    +10,13 (+0,25%)
     
  • DOW JONES

    33.978,08
    +28,67 (+0,08%)
     
  • FTSE

    7.765,15
    +4,04 (+0,05%)
     
  • HANG SENG

    22.688,90
    +122,12 (+0,54%)
     
  • NIKKEI

    27.382,56
    +19,81 (+0,07%)
     
  • NASDAQ

    12.221,00
    +114,25 (+0,94%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5462
    +0,0265 (+0,48%)
     

Jogadores chineses dão adeus para 'World of Warcraft'

Os jogadores chineses de "World of Warcraft" lamentaram, nesta segunda-feira (23), que o famoso jogo de RPG não esteja mais disponível no país, devido a um desacordo comercial entre a companhia americana Blizzard e sua parceira local.

Depois de desavenças com a chinesa NetEase, a Blizzard havia anunciado em novembro que os usuários chineses não poderiam mais jogar "World of Warcraft", assim como outros títulos populares da empresa, como "Overwatch", "Diablo III" e "Hearthstone: Heroes of Warcraft".

Os servidores destes jogos serão desativados na China a partir da meia-noite desta terça-feira (14h de segunda-feira no horário de Brasília).

"É o fim", escreveu um usuário da rede social Weibo (equivalente ao Twitter na China), que ilustrou a mensagem com um emoji em lágrimas.

"Não era apenas um jogo, mas as memórias da infância de toda uma geração", destacou outro usuário.

Ambientado em um universo de fantasia medieval, o jogo de RPG on-line foi um fenômeno mundial, especialmente durante a primeira década dos anos 2000.

A Blizzard lançou "World of Warcraft" na China em 2008, graças a um acordo de colaboração com a gigantesca empresa de tecnologia chinesa NetEase.

As empresas estrangeiras de videogames são obrigadas a fazer parceria com uma empresa local para entrar no mercado chinês.

Blizzard e NetEase encerraram a colaboração em novembro, depois de não conseguirem chegar a um acordo nas discussões de renovação dos contratos de exploração.

"As duas empresas tomaram os jogadores como reféns", lamentou Wu, estudante de doutorado com 32 anos e usuário de "World of Warcraft" há dez anos, em conversa com a AFP.

Este jogador, que dedicava três horas diárias ao jogo RPG, prefere ver com otimismo o fechamento dos servidores.

"Não dedicava tempo suficiente para minha esposa. Agora que 'World of Warcraft' acabou, poderei me perdoar", diz Wu.

ehl-bur/abx/eb/zm/ms/tt