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Jogador Robinho é banido de eventos e torneios da Capcom

·4 min de leitura

Atenção: o texto abaixo pode conter gatilhos de assédio e abuso sexual.

Nesta sexta-feira (7), a Capcom emitiu um comunicado oficial informando que o brasileiro Robson "Robinho" Pereira, jogador profissional de Street Fighter V, está banido permanentemente de qualquer evento ou torneio da empresa. A decisão acontece após a repercussão de uma live de Robinho, em que ele narra um suposto caso de estupro coletivo que cometeu, por vingança, contra a ex-namorada — confira a notícia original para mais informações.

Leia o posicionamento da Capcom, enviado em resposta ao Canaltech, na íntegra:

"Fomos informados de que Robson 'robinho' Oliveira emitiu declarações em uma plataforma pública nas quais ele descreveu ter participado de atos condenáveis e intoleráveis. Nós mantemos uma política de tolerância zero para tais atos e comportamentos, os quais, no mínimo, violam o código de conduta dos jogadores, além de possivelmente infringirem as leis brasileiras, e os quais requerem providências. Dessa forma, Robson “robinho” Oliveira daqui por diante está banido permanentemente de todos os eventos pertencentes ou operados pela Capcom, incluindo a Capcom Pro Tour, Capcom Cup e Street Fighter League. Este é um banimento global, e portanto se aplica a torneios e eventos em todo o mundo.

Embora esta seja apenas uma consequência, esperamos que as autoridades rapidamente investiguem e solucionem o caso com o rigor da lei."

Robson era um dos brasileiros classificados para o Capcom Cup 2022. O jogador chegou a pedir apoio financeiro da comunidade de jogos de luta para arcar com os custos do visto americano e alimentação durante o torneio. Para entender melhor a situação e o destino do dinheiro arrecadado, o Canaltech também questionou a Patoz, time que o pro player fazia parte, mas não obtivemos retorno até o momento.

No vídeo abaixo, é possível conferir o momento da live em que Robson narra a situação. Em resposta ao GE, ele disse que a história foi "inventada".

Atualização (07/01/2021, às 13h04): Em resposta ao Canaltech, a Patoz E-Sports emitiu um comunicado sobre o financiamento coletivo feito para ajudar a arcar com os custos da viagem de Robinho aos Estados Unidos, para a Capcom Pro Tour. De acordo com a organização, o dinheiro foi depositado diretamente na conta do jogador. A Patoz também afirma que não conseguiu mais contato com Robson após o pronunciamento feito sobre o desligamento do jogador. Leia o comunicado na íntegra:

"Nós da Patoz E-Sports não possuímos fins lucrativos, portanto nem mesmo conta bancária em nome do time foi aberta. Todo o valor arrecadado na campanha foi diretamente para a conta do ex-membro como vocês podem ver na própria divulgação via Twitter.

Nós realmente ajudamos na divulgação da campanha, e através de vaquinha interna entre os membros do time também contribuímos com 75% dos 2k solicitados, para o visto, passaporte e alimentação.

Infelizmente também não conseguimos mais contato com o Robinho após o pronunciamento oficial do time.

Caso algum doador queira reivindicar o valor contribuído deverá entrar em contato direto com o ele. Nosso último contato foi ontem, por volta das 13h quando ficamos sabendo de toda a situação.

Ele nos disse que inventou toda essa história sem pensar nas consequências.

Independente de ser inventada ou não, nós não compactuamos com esse tipo de mentalidade e atitudes providas dele e desvinculamos ele de nosso grupo e banimos de qualquer atividade social realizada pelo time.

Espero que todos que contribuíram sejam ressarcidos em breve."

Violência e assédio contra mulher é crime

Mulheres em situação de violência ou testemunhas de violência contra mulheres podem entrar em contato com a Central de Atendimento à Mulher, ligando no número 180. O serviço registra e encaminha denúncias aos órgãos competentes e fornece informações sobre os direitos da mulher, como os locais de atendimento mais próximos e apropriados para cada caso: Casa da Mulher Brasileira, Centros de Referências, Delegacias de Atendimento à Mulher (Deam), Defensorias Públicas, Núcleos Integrados de Atendimento às Mulheres, entre outros.

A ligação é gratuita para todo o Brasil e o serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana.

O Magalu, grupo o qual o Canaltech faz parte, oferece uma ferramenta de combate à violência contra a mulher. No superapp da empresa, há um botão de denúncia que direciona o usuário para a página do projeto Justiceiras, que oferece apoio e atendimento a vítimas de violência. Para saber mais informações sobre a iniciativa, clique aqui.

Fonte: Canaltech

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