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Joe Biden volta atrás sobre declaração de que Facebook estaria “matando pessoas”

·3 minuto de leitura
Joe Biden volta atrás sobre declaração de que Facebook estaria “matando pessoas”
Joe Biden volta atrás sobre declaração de que Facebook estaria “matando pessoas”

O presidente Jon Biden voltou atrás na declaração que fez na última sexta-feira (16/7) sobre o Facebook e outras redes sociais estarem “matando pessoas” com a falta de fiscalização de notícias compartilhadas sobre a Covid-19. O presidente dos Estados Unidos pediu que as redes sociais “não levem para o lado pessoal”, declarando que a sua afirmação é mais complicada do que parece.

A afirmação de Biden, feita para a BBC, aconteceu um dia após o almirante Vivek Murthy, líder do departamento nacional de saúde dos Estados Unidos e coordenador da campanha de combate à Covid-19, apresentar um relatório à Casa Branca em que pede que as redes sociais passem a conter de forma mais agressiva a desinformação sobre as vacinas do coronavírus.

Apesar da primeira onda de vacinação bem-sucedida, os Estados Unidos sofrem com uma parcela da população que não quer se vacinar ou mesmo não retornou para tomar a segunda dose do imunizante.

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De acordo com o chefe dos Estados Unidos, o relatório apresentado por Murthy na quinta-feira destaca que 60% dos ataques a desinformação propagados pelo Facebook no país teriam origem em 12 pessoas e que estes seriam os responsáveis pela desinformação.

“Minha esperança é que o Facebook – em vez de levar para o lado pessoal – considere de alguma forma o que estou dizendo e façam algo sobre a desinformação”, destacou o presidente.

Resposta do Facebook

O Facebook se manifestou publicamente sobre as alegações do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que as redes sociais estariam “matando pessoas” com a desinformação da pandemia de Covid-19. Em publicação no blog oficial do Facebook, o vice-presidente da rede social, Guy Rosen, declarou: “os fatos contam uma história bem diferente da promovida pelo governo nos últimos dias”.

De acordo com o executivo, em um momento em que os casos de coronavírus estão aumentando nos Estados Unidos, o governo Biden decidiu encontrar culpados apontando as redes sociais como o problema. “Embora as redes sociais desempenhem um papel importante na sociedade, está claro que precisamos de uma abordagem de toda a sociedade para acabar com esta pandemia. E os fatos – não as alegações – devem ajudar a informar esse esforço”, declarou.

Ainda segundo Rosen, durante a pandemia, o Facebook trabalhou em conjunto com as universidades de Carnegie Mellon, em Pittsgburgh, e a Universidade de Maryland no desenvolvimento de uma pesquisa global sobre sintomas, testes e taxas de vacinação da Covid-19. Os resultados, escreve Rosen, destacam que 85% dos usuários do Facebook nos Estados Unidos têm ou querem ser vacinados contra o coronavírus.

Além das declarações de Rosen, no último ano, o Facebook também trabalhou em campanhas que combatem a desinformação por meio de um alerta exibido em publicações no Instagram e na sua principal rede social, além de um mecanismo que pede aos usuários para checarem os fatos antes de compartilhá-los.

Via Business Insider

Imagem: Gage Skidmore/WikiCommons

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