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João Alberto foi morto por asfixia, aponta laudo da perícia sobre assassinato no Carrefour

·1 minuto de leitura
João Alberto Silveira Freitas, 40 anos, morto após ser espancado por seguranças do Carrefour
João Alberto Silveira Freitas, 40 anos, morto após ser espancado por seguranças do Carrefour

Os laudos iniciais do IGP-RS (Instituto Geral de Perícias do Rio Grande do Sul) apontaram “asfixia” como a provável causa da morte de João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, assassinado após ser espancado por seguranças em um supermercado Carrefour de Porto Alegre.

Segundo o IGP, ainda existem exames laboratoriais em andamento, e os laudos definitivos devem ser concluídos nos próximos dias, informou o portal G1. O corpo foi levado aos Departamentos de Criminalística e Médico-legal ainda na noite de quinta, e foi liberado para os familiares na tarde de sexta.

A vítima foi assassinada pelos seguranças, na noite de quinta-feira (19), véspera do Dia da Consciência Negra.

De acordo com a Polícia Militar gaúcha, o espancamento começou depois de um desentendimento entre a vítima e uma funcionária do mercado, localizado na zona norte da capital gaúcha. Segundo a polícia, a vítima teria ameaçado bater na funcionária, que chamou a segurança. Há, no entanto, outra versão de testemunhas que alegam que a vítima foi perseguida no estabelecimento.

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Os dois suspeitos, um de 24 anos e outro de 30 anos, foram presos em flagrante. Um deles é policial militar e foi levado para um presídio militar. O outro é segurança da loja e está em um prédio da Polícia Civil. A investigação trata o assassinato como homicídio triplamente qualificado: por motivo fútil, impossibilidade de defesa da vítima e asfixia.

Imagens do crime circulam nas redes sociais, veja a seguir (as imagens possuem conteúdo que pode ser perturbador para algumas pessoas):

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