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Japão pede 3 anos de prisão para americanos que ajudaram Carlos Ghosn a escapar

·2 minuto de leitura
Carlos Ghosn. (Foto: ANWAR AMRO/AFP via Getty Images)
Carlos Ghosn. (Foto: ANWAR AMRO/AFP via Getty Images)
  • Ministério Público do Japão pediu 3 anos de prisão para ajudantes da escapada de Carlos Ghosn.

  • Michael e Peter Taylor admitiram ter ajudado Ghosn a fugir.

  • Ele escapou dentro de uma caixa de equipamento de som.

O Ministério Público do Japão pediu uma pena de quase 3 anos de prisão para dois americanos que ajudaram o executivo brasileiro Carlos Ghosn a escapar do país.

Leia também:

Michael e Peter Taylor, pai e filho, foram extraditados para o Japão, onde estão sendo julgados. As informações são do portal de notícias Terra.

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O MP japonês recomendou prisão de dois anos e 10 meses ao pai, Michael, e dois anos e seis meses ao filho, Peter. Segundo a acusação, eles receberam US$ 860 mil para preparar a fuga, mais US$ 500 mil em criptomoedas para arcar com os custos da defesa.

Ao MP, ambos disseram que se arrependem de ter ajudado Ghosn na escapada.

Entenda o caso

Dois americanos, Michael e Peter Taylor, pai e filho, assumiram perante um tribunal japonês terem auxiliado o executivo brasileiro Carlos Ghosn em sua espetacular fuga para o Líbano.

Eles admitiram ter colocado Ghosn em uma caixa para instrumentos de som, que foi então deslocada para um avião particular e depois enviada para o Líbano, país que não possui acordo de extradição com o Japão, e atual morada de Ghosn.

O executivo era mantido em custódia no Japão por suspeitas de crimes financeiros na época em que foi executivo-chefe da Renault-Nissan.

Os Taylor agora enfrentam a possibilidade de passaram até três anos presos no Japão.

‘Nunca pensaram que eu escaparia’

Ghosn foi protagonista de uma das histórias mais espetaculares do mundo empresarial desta década, quando escapou do Japão em uma fuga cinematográfica, em dezembro de 2019. “Nunca pensaram que escaparia”, disse Ghosn em entrevista à agência de notícias EFE.

O ex-líder da Nissan e da Renault – considerado um dos empresários mais habilidosos da indústria automobilística – afirma que foi alvo de um complô para tirá-lo do poder da montadora, por “inimigos” internos.

Eles teriam articulado um processo para prendê-lo e ganhar tempo enquanto o caso “caía no esquecimento”, segundo Ghosn.

"Há uma única razão para eu ter sido preso, que é a mesma pela qual foi Greg Kelly (antigo membro o Conselho de Administração da Nissan) ainda segue no Japão e que está sendo julgado: é que não declarei uma compensação que não estava nem decidida, nem paga", diz o executivo brasileiro.

"Queriam encontrar outra coisa, sabiam que isto não seria suficiente. Procuraram e inventaram novas acusações pela simples razão de que não me queriam no Japão e não queriam que eu falasse.”

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