Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.976,70
    -2.854,45 (-2,55%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.668,64
    -310,37 (-0,60%)
     
  • PETROLEO CRU

    76,28
    -1,66 (-2,13%)
     
  • OURO

    1.754,00
    +8,40 (+0,48%)
     
  • BTC-USD

    16.540,90
    -46,09 (-0,28%)
     
  • CMC Crypto 200

    386,97
    +4,32 (+1,13%)
     
  • S&P500

    4.026,12
    -1,14 (-0,03%)
     
  • DOW JONES

    34.347,03
    +152,97 (+0,45%)
     
  • FTSE

    7.486,67
    +20,07 (+0,27%)
     
  • HANG SENG

    17.573,58
    -87,32 (-0,49%)
     
  • NIKKEI

    28.283,03
    -100,06 (-0,35%)
     
  • NASDAQ

    11.782,80
    -80,00 (-0,67%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,6244
    +0,0991 (+1,79%)
     

Japão vê recuperação moderada da economia mas governo permanece vigilante aos riscos

Shopping center em Tóquio

TÓQUIO (Reuters) - O governo do Japão deixou a avaliação geral da economia do país inalterada em seu relatório mensal de novembro, observando uma recuperação moderada, mas permanecendo cauteloso quanto aos riscos de uma desaceleração econômica global e flutuações do mercado financeiro.

O relatório econômico do Escritório do Gabinete do Japão foi divulgado após dados mostrarem na semana passada que a economia encolheu inesperadamente pela primeira vez em um ano no terceiro trimestre, com o crescimento global lento e os custos de importação prejudicando o consumo e a atividade comercial.

Outros dados mostraram ainda que a atividade manufatureira no Japão contraiu no ritmo mais rápido em dois anos em novembro, por causa de fortes pressões inflacionárias.

"A economia está melhorando moderadamente", disse o governo nesta quinta-feira, usando a mesma descrição que usa em todos os relatórios mensais desde julho.

O governo permanecerá atento aos riscos à frente, afirmando que a desaceleração global devido ao aperto monetário pode prejudicar a economia do Japão. Ainda disse novamente que precisa "prestar total atenção" a qualquer impacto econômico da inflação, restrições de oferta e volatilidade do mercado financeiro e de capitais.

O país gastou um recorde de 6,35 trilhões de ienes (45,6 bilhões de dólares) em intervenções monetárias no mês passado, uma vez que sua moeda despencou para uma mínima em 32 anos em relação ao dólar, provavelmente levando as autoridades a entrar no mercado.

Tóquio também manteve sua visão sobre o consumo privado, que responde por mais da metade da economia do Japão, dizendo que está "aumentando moderadamente".

(Reportagem de Kaori Kaneko)