Mercado abrirá em 2 h 41 min
  • BOVESPA

    121.113,93
    +412,93 (+0,34%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.726,98
    +212,88 (+0,44%)
     
  • PETROLEO CRU

    62,97
    -0,16 (-0,25%)
     
  • OURO

    1.789,40
    +9,20 (+0,52%)
     
  • BTC-USD

    56.451,43
    +1.205,61 (+2,18%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.280,55
    -111,16 (-7,99%)
     
  • S&P500

    4.185,47
    +15,05 (+0,36%)
     
  • DOW JONES

    34.200,67
    +164,67 (+0,48%)
     
  • FTSE

    7.030,44
    +10,91 (+0,16%)
     
  • HANG SENG

    29.106,15
    +136,44 (+0,47%)
     
  • NIKKEI

    29.685,37
    +2,00 (+0,01%)
     
  • NASDAQ

    14.021,25
    -8,25 (-0,06%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7145
    +0,0284 (+0,42%)
     

Japão quer destinar mais US$ 296 bi a pacote econômico contra pandemia

Valor
·1 minuto de leitura

Caso reforço seja aprovado, total destinado pelo país para proteger economia chegará a US$ 1,1 tri, o maior do mundo e equivalente a 40% do PIB japonês O governo do Japão aprovou nesta quarta-feira um reforço para o pacote lançado para combater os efeitos econômicos da pandemia de covid-19. Segundo o plano apresentado hoje, mais 31,9 trilhões de ienes (US$ 296 bilhões) serão investidos em ações para amenizar os impactos da crise. A proposta, agora, será enviada ao Parlamento. Caso o reforço seja aprovado, o total destinado pelo Japão para proteger sua economia da pandemia chegará a US$ 1,1 trilhão. Segundo o primeiro-ministro do país, Shinzo Abe, o valor é equivalente a mais de 40% do Produto Interno Bruto (PIB) japonês. “Com o maior pacote político do mundo, a economia japonesa se manterá firme contra essa crise que ocorre uma vez a cada 100 anos”, disse ele. Se aprovado, o novo pacote ajudará as empresas a pagar aluguéis, aumentará os valores pagos a trabalhadores em licença-remunerada e garantirá os recursos necessários para contingências futuras, entre elas possíveis injeções de capital em companhias em dificuldade por causa da crise. AP