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Japão bate o recorde na velocidade de transmissão de dados

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Japão bate o recorde na velocidade de transmissão de dados
Japão bate o recorde na velocidade de transmissão de dados

Um projeto do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação (NICT) do Japão entrou para lista de recordes mundiais ao se consagrar com a maior velocidade de transmissão de dados.

A velocidade de 319 terabytes por segundo (Tb/s) foi atingida ao longo de um cabo óptico com mais de 3 mil quilômetros. A fibra óptica utilizada possui quatro núcleos acoplados que permitem reduzir a distorção do sinal em longas distâncias.

Diagrama da nova tecnolia de transmissão de dados
Japão bate o recorde na velocidade de transmissão de dados. Imagem: Reprodução/NICT

Os dados transmitidos utilizam uma tecnologia denominada multiplexação por divisão de comprimento por onda. Neste esquema, um laser emite o sinal que é dividido em 552 canais e os envia pelos quatro núcleos da fibra óptica.

A cada 70km percorridos, amplificadores aumentam a intensidade do sinal para diminuir a perda de transmissão em longas distâncias. Os amplificadores em questão utilizam os elementos túlio e érbio, que são raramente encontrados.

O novo canal foi capaz de transmitir cerca de 145GB por segundos para cada núcleo, sendo 580GB em todos os quatro núcleos combinados.

Os quatro núcleos de fibra ótica utilizados são revestidos pelo mesmo diâmetro de fibra ótica de núcleo único padrão, o que faz com que a tecnologia seja ainda mais atraente. Os pesquisadores afirmam que essa característica faz com que se pense na “adoção antecipada de fibras SDM em links de longa distância e alto rendimento, uma vez que é compatível com a infraestrutura de cabos convencionais e espera-se que tenha confiabilidade mecânica comparável às fibras monomodo”.

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Segundo o Science Alert, os pesquisadores responsáveis pelo novo recorde afirmam que pretendem continuar trabalhando na tecnologia para tentar aumentar ainda mais a transmissão de dados em longa distância, deixando o marco anterior de 178 Tb/s ainda mais distante.

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