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Janssen: segunda dose aumenta proteção contra COVID em 9 vezes

·2 minuto de leitura

Nesta quarta-feira (25), a Janssen — braço farmacêutico da Johnson & Johnson — anunciou que a aplicação da segunda dose da sua vacina contra a COVID-19 pode aumentar os níveis de anticorpos no sangue e, consequentemente, o grau de proteção contra a doença. É o que aponta o novo estudo contra o coronavírus SARS-CoV-2 da farmacêutica, que ainda não foi divulgado oficialmente.

No novo estudo de Fase1/2 da Janssen, os voluntários com mais de 65 anos receberam uma dosagem mais baixa do imunizante do que aquela injetada na primeira aplicação. Mesmo assim, o reforço desencadeou um "aumento significativo" na resposta de anticorpos nesse grupo etário. Além disso, a dose extra melhorou a resposta imunológica de quem tem entre 18 e 55 anos. No entanto, a farmacêutica não detalhou os efeitos entre aqueles com 55 e 65 anos.

Segunda dose da vacina da Janssen turbina resposta imunológica (Imagem: Reprodução/Rido81/Envato Elements)
Segunda dose da vacina da Janssen turbina resposta imunológica (Imagem: Reprodução/Rido81/Envato Elements)

“Estabelecemos que uma única injeção de nossa vacina contra a COVID-19 gera respostas imunológicas fortes e robustas, duráveis ​​e persistentes por oito meses. Com esses novos dados, também vemos que uma dose de reforço da vacina contra a COVID-19 da Johnson & Johnson aumenta, de forma significativa, as respostas de anticorpos entre os participantes do estudo que já haviam recebido nossa vacina”, afirmou Mathai Mammen, chefe global da Janssen Research & Development, em comunicado.

O aumento no número de anticorpos foi nove vezes maior do que o contado 28 dias após a primeira dose. Agora, “estamos ansiosos para discutir com as autoridades de saúde pública uma estratégia potencial para nossa vacina contra a COVID-19 da Johnson & Johnson, com reforço de oito meses ou mais após a vacinação de dose única”, completou Mammen.

Vale lembrar que o anúncio foi divulgado no momento em que inúmeros países já discutem os reforços das vacinas contra a COVID-19, como os Estados Unidos e o Brasil. Por aqui, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) havia solicitado mais detalhes sobre os resultados do estudo, agora, divulgados. Essas informações devem orientar o desenvolvimento de novas políticas de saúde pública em todos os países que adotaram o imunizante.

Fonte: Canaltech

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