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CEO do JPMorgan ameaça demitir trabalhadores não vacinados

·2 min de leitura
O CEO do JPMorgan Chase, Jamie Dimon, diz que o banco de investimento demitirá qualquer funcionário de Manhattan que se recuse a receber a vacina (Michel Euler/REUTERS)
O CEO do JPMorgan Chase, Jamie Dimon, diz que o banco de investimento demitirá qualquer funcionário de Manhattan que se recuse a receber a vacina (Michel Euler/REUTERS)
  • Nesta semana, companhia mudou tom sobre trabalhadores não vacinados

  • Mais de 97% dos funcionários do JPMorgan Chase já foram vacinados

  • Citigroup também adotou linha mais dura contra quem não se vacinar

O CEO do JPMorgan Chase, Jamie Dimon, disse que qualquer funcionário da cidade de Nova York que se recuse a receber a vacina contra o COVID-19, agora, corre o risco de ser demitido - pois Wall Street está apertando a repressão diante da variante Ômicron. A atitude de Dimon ocorre apenas alguns dias depois que outro gigante dos bancos de investimento, o Citigroup, estabeleceu um prazo de até sexta-feira (14) para que todos os seus funcionários nos EUA fossem inoculados. “Se você não for vacinado, não poderá trabalhar naquele escritório. Não vamos pagar para você não trabalhar no escritório”, disse Dimon à Reuters. “Queremos que as pessoas sejam vacinadas”.

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Mudança de comportamento

Os comentários de Dimon sinalizam uma linha mais dura no JPMorgan Chase, o maior banco detentor de ativos do país - que no mês passado havia dito a seus funcionários de Manhattan que eles poderiam trabalhar em casa se recusassem a vacinação. Anteriormente, JPMorgan havia dito aos funcionários não vacinados que poderiam trabalhar em casa temporariamente até que “soluções alternativas fossem consideradas”, segundo a Bloomberg.

Nova política

O banco opera nove escritórios em Manhattan, incluindo sua sede na Madison Ave, 383. Esses locais relaxaram as diretrizes de uso de máscaras para os funcionários. Dimon disse à CNBC na última segunda-feira (10) que 97% dos trabalhadores em sua sede em Nova York já haviam sido vacinados. Ele acrescentou que as políticas de vacinas contra o COVID da empresa variaram dependendo da localização de seus escritórios. “Ao contrário de qualquer outra política que já tivemos, não estamos tentando ser consistentes. Existem leis diferentes e requisitos diferentes nas cidades, estados e escolas, e aqui estamos nos ajustando localmente", disse Dimon.

Linha mais dura

Na semana passada, o Citigroup informou aos funcionários que serão demitidos se não cumprirem um requisito de vacina em toda a empresa até sexta-feira (14). O banco lembrou os trabalhadores em um memorando na última sexta que eles devem apresentar comprovante de vacinação até o final desta semana. Mas o memorando alertou que os funcionários que ignorarem a exigência serão colocados em licença não remunerada e rescindidos em 31 de janeiro.

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