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James Webb detecta estrela supergigante de 11,2 bilhões de anos

O telescópio James Webb detectou o que os astrônomos acreditam que seja uma estrela supergigante azul, localizada no universo jovem. Sua luz viajou durante 11,2 bilhões de anos para chegar até nós e só pôde ser detectada porque foi ampliada por uma lente gravitacional.

Um estudo conduzido pelo Dr. Wenlei Chen e colegas dos Estados Unidos, Europa, Israel e Japão relata a descoberta de uma estrela extremamente ampliada por duas lentes gravitacionais — uma criada pelo aglomerado Abell 2744 e outra por uma estrela mais próxima.

A estrela encontrada está tão distante que já existia quando o universo tinha apenas 2,6 bilhões de anos. Sua luz foi ampliada pelas lentes gravitacionais por um fator de 10.000 vezes. De acordo com os autores, “uma supergigante azul muito luminosa é necessária para explicar o evento de microlente que descobrimos”.

Eles calculam que se trata de uma estrela supergigante azul com uma temperatura de superfície entre 7.000 e 12.000 K. “A possibilidade de estrelas que poderiam se tornar altamente ampliadas por lentes de aglomerados de galáxias foi sugerida no início dos anos 90”, disseram os cientistas.

A imagem destaca a região onde a lente gravitacional ampliou a imagem da estrela de 11,2 bilhões de anos (Imagem: Reprodução/Chen et al.)
A imagem destaca a região onde a lente gravitacional ampliou a imagem da estrela de 11,2 bilhões de anos (Imagem: Reprodução/Chen et al.)

Lentes gravitacionais ocorrem quando estrelas, galáxias ou aglomerados de galáxias se posicionam na frente de um objeto mais distante. A intensa gravidade desses corpos em primeiro plano distorce a luz em segundo plano, ampliando o objeto afastado. Assim, mesmo galáxias e estrelas fracas e muito distantes podem ser observadas.

Muitos objetos longínquos já foram detectados graças às lentes gravitacionais. Um exemplo recente são as inúmeras galáxias encontradas na primeira imagem de campo profundo do James Webb e as galáxias duplicadas fotografadas pelo Hubble.

O estudo será publicado na revista Astrophysical Journal Letters.

Fonte: Canaltech

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