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Jamaica mantém seu domínio na velocidade na pista, e Dressel, na piscina

·4 minuto de leitura

Jamaica continua sendo um celeiro de grandes velocistas. A aposentadoria de Usain Bolt não esgotou a colheita da ilha caribenha que, neste sábado (31), ocupou os primeiros lugares na prova feminina de 100 metros rasos de Tóquio-2020.

Elaine Thompson-Herah reafirmou seu título olímpico (10,61), fazendo o segundo melhor recorde de todos os tempos neste esportes. Ela superou as também jamaicanas Shelly-Ann Fraser-Pryce (10,74), que ficou com a prata, e Shericka Jackson (10,76), que fechou o pódio.

Thompson-Herah, de 29 anos, foi a vencedora da prova de velocidade há cinco anos, no Rio de Janeiro. Fraser-Pryce, de 34 anos, atual campeã mundial, conquistou o ouro na prova em Pequim-2008 e Londres-2012, mas não conseguiu o terceiro título olímpico.

Apenas a americana Florence Griffith-Joyner foi mais rápida que Thompson-Herah na linha reta. Seu recorde mundial permanece em 10,49 desde 1988.

Para Thompson-Herah é o quarto ouro olímpico, já que na Rio-2016, além dos 100 metros rasos, conseguiu ser coroada nos 200 metros e no revezamento 4x100.

A atleta de Kingston supera assim o que vivenciou na última Copa do Mundo em Doha, há dois anos, quando ficou de fora das medalhas (4ª), em prova vencida por Fraser-Pryce.

- Recorde mundial de Dressel -

Na piscina, o americano Caeleb Dressel foi mais uma vez o protagonista ao conquistar o ouro nos 100 metros borboleta, estabelecendo também um novo recorde mundial (49,45). No entanto, não conseguirá cumprir o seu desafio de seis títulos nesta edição, por ficar em quinto com o seu país no revezamento misto 4x100 metros.

Desde o início dos Jogos, a missão das seis medalhas de ouro se repetiu ao falar das ambições de Dressel, chamado de o grande protagonista da natação. Sua contagem agora é de três e pode chegar a cinco medalhas.

"Foi uma boa carreira", comemorou Dressel. "Cumpri meu plano e fiz o trabalho", disse ele.

A 'Primeira-Dama' da natação, a também americana Katie Ledecky, foi confirmada como a rainha das longas distâncias e prevaleceu nos 800 metros no estilo livre, conquistando seu sétimo ouro olímpico.

"Não é a minha última vez. Vou pelo menos até (os Jogos Olímpicos de) 2024, talvez até 2028, veremos", disse após sua participação em Tóquio.

Os outros dois nomes do dia foram o tenista sérvio Novak Djokovic, número um do mundo, que sairá de Tóquio sem medalha, e a ginasta norte-americana Simone Biles, que desistiu de duas provas e há dúvidas se disputará as duas últimas finais que se classificou.

Apesar de chegar a Tóquio como uma das estrelas dos Jogos, Djokovic vai sair sem medalhas, depois de perder no sábado as duas oportunidades que teve para ganhar dois bronzes: no individual masculino e nas duplas mistas.

Depois de perder para o espanhol Pablo Carreño na disputa pelo bronze no individual masculino, os organizadores do torneio anunciaram o desfalque, por uma lesão no ombro, do sérvio nas duplas mistas, junto com sua compatriota Nina Stojanovic, também para subir ao terceiro degrau do pódio.

Djokovic, que jogou sua nona partida em uma semana contra Carreño neste sábado e a sétima desde quarta-feira, perdeu para o espanhol por 6-4, 6-7 (6/8) e 6-3 em duas horas e 47 minutos de jogo.

- Dúvidas sobre Biles -

Por sua vez, Biles, que havia se retirado do disputa geral de ginástica, desistiu de suas duas próximas finais - salto e barras assimétricas - marcadas para domingo, devido ao bloqueio mental que a está afetando em Tóquio-2020 e que já a deixou fora de três finais.

Da seis finais para quais ela ela se classificou, restam apenas duas em sua programação: solo e trave.

No futebol masculino não houve surpresas e os favoritos nas quartas de final - Espanha, Brasil, México e Japão - avançaram para as semifinais.

O Brasil derrotou o Egito por 1 a 0. A Espanha, venceu por 5 a 2 na prorrogação contra a Costa do Marfim, e o México derrotou a Coreia do Sul por 6 a 3 em um grande jogo. O Japão se classificou após vencer nos pênaltis (4-2) a Nova Zelândia, depois de um empate sem gols.

Na próxima terça-feira, Espanha e Japão se enfrentam em Saitama e Brasil x México em Kashima, no que será a reedição da final vencida pelo El Tri em Londres-2016 contra Neymar.

psr/dr/gr/ap

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