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J&J revisará protocolos de ensaio com vacina na África do Sul

Antony Sguazzin
·1 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A Johnson & Johnson vai revisar os protocolos do estudo de sua vacina contra a Covid-19 e excluir profissionais de saúde grávidas de um ensaio na África do Sul que incluirá 500 mil pessoas, depois que reguladores dos EUA suspenderam o uso do imunizante devido a efeitos colaterais relacionados a casos raros e graves de trombose.

Embora todos os ensaios tenham sido suspensos, os planos para realizar testes com crianças e mulheres grávidas na África do Sul serão adiados por enquanto, disse na quarta-feira Glenda Gray, colíder dos estudos sul-africanos.

A equipe de pesquisa se reunirá com reguladores sul-africanos ainda na quarta-feira, disse em entrevista. A África do Sul conta com a vacina da J&J para grande parte de sua campanha de imunização, pois dados mostraram que o imunizante da AstraZeneca teve eficácia reduzida contra uma variante identificada pela primeira vez no país.

O estudo Sisonke com profissionais de saúde deve fornecer dados valiosos sobre segurança devido ao tamanho. Também vai lançar luz sobre o efeito da vacina em pessoas HIV-positivas e sobre a eficácia da vacina contra a variante dominante na África do Sul, disse Gray.

Os futuros participantes também receberão perguntas mais detalhadas sobre distúrbios hemorrágicos anteriores antes de serem vacinados, afirmou.

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