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Já viu a nota de R$ 200? Apenas 12% das cédulas encomendadas pelo Banco Central estão em circulação

Patricia Valle
·2 minuto de leitura

Quase ninguém ainda conseguiu tocar a nova nota de R$ 200. Isso porque, por enquanto, apenas 53,3 milhões de cédulas estão em circulação, segundo dados de 31 de dezembro de 2020 — ou seja, aproximadamente 12% do encomendado à Casa da Moeda em maio (450 milhões de notas) pelo Banco Central (BC). Para efeito de comparação, em dezembro, as notas de R$ 50 somavam 2,6 bilhões em circulação.

Em nota, o Banco Central informou que a produção e distribuição das notas seguem o cronograma planejado, e que 84% já foi produzido e entregue ao BC. Porém, a entrada em circulação é feita de forma gradual e de acordo com a demanda. “O ritmo de utilização da cédula de R$ 200 vem evoluindo em linha com o esperado, e deverá seguir em emissão ao longo dos próximos exercícios”, afirmou o regulador.

O BC também informou que o contrato de fornecimento de cédulas para 2021 está em fase de análise, sem qualquer definição de quantidades no momento. As novas notas entraram em circulação em setembro de 2020.

A criação da nova nota foi justificada pelo Banco Central por ter observado nos primeiros meses da pandemia um aumento da demanda da população por papel moeda acima do comportamento do padrão histórico, o que chegou a comprometer seu estoque de segurança. Segundo o regulador, a quantidade de dinheiro em circulação seguiu crescendo ao longo do ano e alcançou 370 bilhões em 31/12/2020. Em 31/12/2019, eram 280 bilhões.

A avaliação é que em épocas de incertezas o dinheiro em espécie simboliza segurança. Além disso, o pagamento de benefícios financeiros como auxílio emergencial, BEM (Programa de Manutenção do Emprego e da Renda) e FGTS aumentaram a demanda.

Dessa forma, o BC encomendou a nova moeda e fez previsões de demanda. Segundo o órgão, foi levado em conta: estoque em cada localidade, estoque de segurança, tempo de vida útil estimado para as cédulas, estimativas de retorno do numerário aos estoques do BC (esse retorno se manteve 75% abaixo do comportamento histórico ao longo de 2020) e projeções técnicas de demanda da população por papel moeda.