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Itamaraty confirma chegada de doses da vacina de Oxford produzidas na Índia para "meados de janeiro"

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Foto: Gareth Fuller/Pool via AP
Foto: Gareth Fuller/Pool via AP

Depois de um impasse, o Ministério das Relações Exteriores confirmou nesta terça-feira (06) a importação de dois milhões de doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e produzida na Índia. De acordo com a pasta, o imunizante contra a Covid-19 deve chegar ao Brasil ainda em janeiro.

"Está confirmada a importação de 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford produzidas na Índia, com data provável de entrega a partir de meados do corrente mês de janeiro", afirmou o Itamaraty, em nota.

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A importação do imunizante ganhou contornos duvidosos depois que, no final de semana, o Brasil anunciou acordo com o Instituto Serum da Índia, mas acabou desmentido por Adar Poonawalla, presidente do órgão, em declaração dada à Associated Press. O CEO afirmou que o envio de imunizantes para fora do país estaria vetado enquanto toda população indiana vulnerável não estivesse vacinada contra a Covid-19.

Nesta terça-feira (05), no entanto, Poonawalla desmentiu o veto e disse se tratar apenas de um problema de comunicação. E deixou claro que exportações de vacinas estarão liberadas para diversos países.

"Quero esclarecer duas questões, pois há confusão no domínio público: as exportações de vacinas são permitidas para todos os países e um comunicado conjunto esclarecendo quaisquer mal-entendidos com relação à Bharat Biotech será feito", escreveu Adar Poonawalla em sua conta no Twitter.

As duas milhões de doses não fazem parte do contrato assinado no passado entre governo federal e Astrazeneca. Esse acordo prevê a compra de mais de 100 milhões de doses de insumo do imunizante, além do aval para a Fiocruz realizar a produção e distribuição da vacina no Brasil.

De acordo com estimativas da Saúde, a previsão é que sejam entregues 15 milhões de doses em janeiro, 15 milhões em fevereiro e o restante até julho de 2021.