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Itaú Asset traz Mandel, do JPMorgan, e quer globalizar gestora

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A gestora de recursos de terceiros do Itaú Unibanco, a segunda maior do Brasil, contratou Benjamin Mandel da JPMorgan Asset Management como parte de um amplo projeto de internacionalização.

Mandel, que se mudou de Nova York para São Paulo, assumiu a chefia de estratégias de portfólios da Itaú Asset Management em abril, de acordo com o diretor de investimentos Eduardo Camara. Mandel, que se reporta a Camara, tem como função identificar tendências globais e ajudar na elaboração de apostas de mais longo prazo.

“Queremos crescer e nos tornar uma gestora de mercados emergentes, mais do que apenas regional”, disse Camara em entrevista. “Para fazer isso, precisamos começar a adicionar pessoas com experiências diferentes.”

O Itaú está considerando abrir um hub de gestão de portfólios em Londres, disse Camara, que se somaria a operações semelhantes em Nova York, São Paulo, Buenos Aires e Santiago. A gestora tem mais de R$ 752 bilhões sob supervisão, segundo dados da Anbima, atrás somente da BB DTVM, do Banco do Brasil.

A queda na taxa básica de juros começou a forçar brasileiros a diversificar suas carteiras fora do mercado doméstico. Durante a maior parte da última década, os investidores foram capazes de obter retornos decentes e de baixo risco com títulos do governo local, já que as taxas de juros pairavam perto de 14%. Agora, com taxas próximas a zero em termos reais, há uma pressão sem precedentes para adicionar mais risco.

“Acredito que estamos no início de uma mudança estrutural no cenário de investimentos no Brasil”, disse Mandel. “A globalização dos investidores brasileiros vai realmente decolar, independentemente do desempenho do país.”

As mudanças na regulamentação também estão ajudando a popularizar investimentos estrangeiros. No ano passado, os reguladores possibilitaram que investidores de varejo adquirissem BDRs, recibos de papéis listados fora do Brasil, ao mesmo tempo que facilitaram o acesso a ETFs internacionais.

“Todo país tem um certo viés doméstico, mas o do Brasil é especialmente forte”, disse Camara.

Menos de 1% dos R$ 6,4 trilhões da indústria de fundos do Brasil está investido em fundos puramente offshore, de acordo com dados da associação de mercado de capitais local.

“Mesmo de uma perspectiva brasileira, não é óbvio qual Brasil o investidor vai conseguir - um país de uma performance dramaticamente superior à esperada ou dramaticamente inferior”, disse Mandel. “Os investidores devem estar preparados para ambos, com um portfólio que não dará origem a grandes flutuações de qualquer maneira.”

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©2021 Bloomberg L.P.

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