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Itália pode ter que gastar até US$ 12 bi ao mês com ajuda Covid

Alessandra Migliaccio, Alessandro Speciale e Chiara Albanese
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A Itália pode precisar gastar até 10 bilhões de euros (US$ 11,8 bilhões) por mês para ajudar empresas e trabalhadores atingidos pelas restrições do coronavírus, segundo pessoas a par do assunto.

Autoridades avaliam planos que ajudariam o país a superar o aumento de casos que atrasa a recuperação de uma das piores recessões da Europa.

As medidas semelhantes às impostas no início do ano devem custar ao governo entre 40 bilhões e 50 bilhões de euros, ou cerca de 3% do PIB da Itália, caso durem até março, disseram as pessoas, que não quiseram ser identificadas.

Sob restrições mais suaves, as despesas com as ajudas seriam de pelo menos 6 bilhões de euros por mês, disseram.

Uma autoridade do Tesouro disse que, neste momento, apenas os planos e projeções de gastos aprovados estão confirmados.

A Itália registrou 35.098 novos casos de coronavírus na terça-feira e deve ultrapassar um milhão de pessoas contagiadas nesta semana. Hospitais estão sob forte pressão em todo o país, com mais da metade dos leitos ocupados por pacientes de Covid-19.

A terceira maior economia da zona do euro enfrenta desafios para amenizar o impacto do coronavírus, em grande parte porque o governo não tem espaço fiscal para gastar durante a crise. Sobrecarregado com um dos maiores índices de endividamento do mundo, o país contou com o apoio do Banco Central Europeu para acessar o mercados de títulos.

Para amortecer o impacto de um lockdown parcial em várias regiões, o governo já aprovou 8 bilhões de euros em apoio adicional. Os gastos teriam de aumentar se os casos de coronavírus subirem ainda mais e se fossem necessárias restrições mais duras, disseram as pessoas.

A Bloomberg Economics estima que a economia italiana irá encolher 1,8% nos últimos três meses do ano se as restrições atuais não mudarem. O resultado seria bem menor do que a queda de 13% registrada no segundo trimestre.

Embora o pacote de ajuda de novembro deva ser financiado por economias sem necessidade de criar dívida extra, qualquer gasto adicional precisaria ser financiado com mais empréstimos. No início de outubro, a Itália estimava déficit de 10,8% do PIB em 2020.

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