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Itália divulga plano de recuperação pós-Covid financiado pela UE

·2 minuto de leitura
(Arquivo) Vista de povoado a 80 km de Roma

O governo italiano divulgou neste domingo o plano de recuperação financiado pela União Europeia (UE) que irá apresentar amanhã ao parlamento. O projeto, quinquenal, inclui gastos de 222,1 bilhões de euros, dos quais 191,5 bilhões serão aportados pela UE.

O plano obteve a primeira aprovação após uma reunião entre o premier da Itália, Mario Draghi, e a titular da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, segundo um porta-voz do governo, e é estruturado em seis missões. Para uma delas, serão destinados 49,2 bilhões de euros e o investimento prevê o acesso à internet de última geração em toda a península.

O capítulo Revolução Verde e Transição Ecológica, que receberá a maior verba (68,6 bilhões de euros), tem como objetivo a reciclagem de 65% dos resíduos plásticos e 100% dos têxteis e impulsionar o transporte público com a compra de ônibus menos poluentes, entre outros. O governo planeja, ainda, "investimentos importantes em fontes de energia renovável" e apoia o setor do hidrogênio.

Outra missão, cujo orçamento é de 31,4 bilhões de euros, prevê "um desenvolvimento racional de infraestruturas de transporte modernas, sustentáveis e que cubram todo o país". A modernização das ferrovias regionais e o investimento em trens de alta velocidade são seus principais objetivos.

A parte Educação e Pesquisa tem um orçamento de 31,9 bilhões de euros e prevê a construção de creches e escolas infantis. Outro capítulo busca "facilitar a participação no mercado de trabalho e favorecer a inclusão social". O governo irá investir na criação de empresas por mulheres através de um fundo especial ou nos subúrbios das grandes cidades.

Com 18,5 bilhões de euros de orçamento, a missão que trata da saúde tem como objetivo reforçar a prevenção e os serviços médicos de proximidade, bem como digitalizar o sistema de saúde em seu conjunto.

ljm/bds/tjc/es/lb