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ISS e módulo da estação espacial chinesa são fotografados por telescópio; veja!

·2 minuto de leitura

No fim de abril, a China lançou o módulo Tianhe, o primeiro da futura estação espacial Tiangong-3. Assim, o módulo foi observado recentemente pelo astrofísico Gianluca Masi, fundador e diretor do projeto Virtual Telescope. Ele o registrou no céu de Roma, na Itália, em um único clique, que o mostra junto de algumas "companhias": além do módulo, a foto mostra também a Estação Espacial Internacional (ISS), junto de Mercúrio, Marte e a Lua.

Para fazer a foto, Masi se perguntou se poderia observar as duas estruturas ao mesmo tempo, e descobriu que teria a oportunidade em alguns dias. Ele conseguiu o registro em Circus Maximus, um local em Roma que foi palco de jogos públicos na Antiguidade e é rico em conexões astronômicas. A imagem mostra a ISS mais ao canto inferior direito da imagem, enquanto o módulo Tianhe-1 aparece brilhante no centro da foto.

Confira:

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Na publicação em que explica como fez o registro, Masi conta que a ISS foi o primeiro objeto a aparecer em sua câmera, e que ele começou os cliques assim que a viu acima do horizonte: “a ISS não estava no máximo de seu brilho, mas mesmo assim ofereceu uma ótima visão”, conta ele. Cerca de um minuto depois, a Tianhe-1 apareceu, e estava mais brilhante do que ele esperava.

O módulo Tianhe-1 foi lançado com um foguete Long March 5B, cujo estágio central acabou alcançando velocidade orbital e virou assunto em todo o mundo. É que um estágio do veículo iniciou uma trajetória descontrolada e imprevisível em torno do nosso planeta, e não era possível prever exatamente onde a reentrada iria acontecer, muito menos quando. No fim, conforme havia sido estimado por especialistas, a reentrada do estágio ocorreu no oceano e não colocou áreas habitadas em risco.

De acordo com informações da agência espacial chinesa, a maior parte da estrutura do foguete foi queimada, e os destroços que sobraram ficaram irreconhecíveis. O Tianhe-1 é o módulo central da futura Estação Espacial Chinesa, que poderá receber os primeiros taikonautas (nome dado aos astronautas chineses) em breve. A construção da estação deverá exigir dez missões, sendo que quatro delas serão tripuladas. Segundo estimativas da agência espacial chinesa, o laboratório orbital do país deverá estar em funcionamento em 2022 e poderá operar por pelo menos 10 anos.

Fonte: Canaltech

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