Mercado fechado
  • BOVESPA

    111.439,37
    -2.354,91 (-2,07%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.307,71
    -884,62 (-1,69%)
     
  • PETROLEO CRU

    71,96
    -0,65 (-0,90%)
     
  • OURO

    1.753,90
    -2,80 (-0,16%)
     
  • BTC-USD

    48.481,93
    +1.010,88 (+2,13%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.193,48
    -32,05 (-2,62%)
     
  • S&P500

    4.432,99
    -40,76 (-0,91%)
     
  • DOW JONES

    34.584,88
    -166,44 (-0,48%)
     
  • FTSE

    6.963,64
    -63,84 (-0,91%)
     
  • HANG SENG

    24.920,76
    +252,91 (+1,03%)
     
  • NIKKEI

    30.500,05
    +176,71 (+0,58%)
     
  • NASDAQ

    15.282,75
    -226,75 (-1,46%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1994
    +0,0146 (+0,24%)
     

Israel lança incubadora de startups de olho na 'revolução' alimentar

·2 minuto de leitura
O prefeito de Kiryat Shmona, Avichai Stern, o empresário Erel Margalit e o chef israelense Assaf Granit na inauguração da incubadora de foodtechs em Kiryat Shmona (AFP/JALAA MAREY)

Israel lançou nesta quinta-feira (2) uma nova incubadora de tecnologias de alimentos na fronteira com o Líbano, onde há cogumelos crescendo em lentilhas, sorvete de proteína de grão-de-bico e até mesmo uma máquina que mede o teor de açúcar das uvas com um raio.

O país se orgulha há uma década de ser uma "nação start-up" com importantes empresas de alta tecnologia, especialmente nos setores militar e de segurança, mas também na inovação agrícola e alimentar.

Embora as empresas de tecnologia, que empregam 10% da população, estejam concentradas na cidade de Tel Aviv, o empresário Erel Margalit escolheu a pequena cidade de Kiryat Shmona, perto da conturbada fronteira com o Líbano, para instalar sua incubadora.

Margalit disse à AFP que quer participar da “dupla revolução” alimentar e tecnológica, porque “deve ser a grande resposta às mudanças na agricultura e na alimentação. Abatemos cerca de 5 mil milhões de vacas por ano, o planeta não aguenta mais”.

Isso levou algumas empresas, como a Kinoko-Tech, a desenvolver uma técnica de cultivo de cogumelos em lentilhas, criando um alimento híbrido, "rico em proteínas, superecológico, saboroso" e com uma menor pegada de carbono, segundo seu responsável, Jasmin Ravid.

Outros empreendimentos, como o Witi, buscam reduzir o consumo de pesticidas com óculos de visão noturna que permitem aos produtores de vinho "detectar doenças na videira e medir a qualidade da uva", explica o cofundador, Yonatan Elimelech De-Wolf.

No total, Israel tem cerca de 400 empresas dedicadas a tecnologias alimentares, um setor que registrou o maior aumento de investimentos no ano passado, de acordo com Ido Yosovzon, analista da Start-Up Nation Central, organização que busca promover a inovação israelense.

"Em 2020, o setor de tecnologia de alimentos arrecadou 148 milhões de dólares em investimentos e, até o momento, em 2021, estamos em 300 milhões (...) e isso é apenas o começo", afirmou Yosovzon.

jjm/gl/mib/hj/grp/jvb/ic/mvv

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos