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Irmãs esperam faturar R$ 12 milhões com loja de roupas e e-commerce em 2022

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As vendas online são responsáveis por 80% do faturamento. Foto: Getty Images.
As vendas online são responsáveis por 80% do faturamento. Foto: Getty Images.
  • Em 2013, duas irmãs criaram a 'Sorella', uma loja de roupas femininas;

  • Em 2020, o espaço faturou cerca de R$ 6,4 milhões;

  • Para 2021, espera-se faturar R$ 9 milhões.

É comum familiares entrarem juntos em um empreendimento. Afinal, se uma cabeça é boa para pensar, duas serão melhor ainda. Com isso em mente, as irmãs Gabriele Fraquete, de 31 anos, e Isabela Fraquete, de 28 anos, juntaram-se e transformaram o bom gosto estético em novas possibilidades de negócios.

Foi assim que, em 2013, abriram a 'Sorella', uma loja de roupas femininas sediada em São Paulo, e que faturou R$ 6,4 milhões em 2020.

Apesar do sucesso com o ramo da moda, o inicio de carreira profissional das duas se deu em um setor diferente. Enquanto Isabela revolveu fazer curso de esteticismo, Gabriela estudou arquitetura. Foi da infelicidade das irmãs nas carreiras escolhidas que ambas pensaram em criar uma loja de roupas.

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Quando o local nasceu de fato, a função inicial era revender roupas, algo que já havia se apresentado como um sucesso. Em um dia, por exemplo, o negócio faturou R$ 14 mil. Desse modo, depois de cinco meses, as irmãs conseguiram devolver o dinheiro emprestado pelo pai para começar da loja.

Contudo, um dos problemas desse período foi a falta de traquejo com gestão de negócios. Como efeito, as duas irmãs foram atrás de cursos de empreendedorismo do Sebrae.

O e-commerce foi criado em 2018, período no qual descobriram a dificuldade entre separar estoques de vendas físicas e virtuais. Para isso, as duas empreendedoras desenvolveram equipes para o gerenciamento de ambos os braços do negócio.

Outra dificuldade surgida foi a relação com os fornecedores, que não conseguiam atender a todos os pedidos necessários para reposição. Desse modo, as irmãs começaram a criar as próprias peças. Atualmente as coleções são inteiramente autorais.

Antes da pandemia assolar o país, a loja física detinha 70% do faturamento empresarial. Portanto, em 2019, a marca chegou à receita de R$ 4 milhões. Com a hecatombe, a única postura possível foi apostar no e-commerce. Como efeito, atualmente, as vendas digitais são responsáveis por 80% do faturamento.

Até o fim de 2021, espera-se faturar cerca de R$ 9 milhões. O próximo objetivo é continuar a crescer, e com mais duas lojas físicas que abrirão em São Paulo, em 2022, planeja-se alcançar a receita de R$ 12 milhões.

As informações são do Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

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