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Ação do IRB Brasil RE bate mínima histórica após prejuízo de R$206,9 mi no 2º tri

·2 minuto de leitura

SÃO PAULO (Reuters) -As ações do IRB Brasil RE chegaram a cair 7,5% nesta terça-feira, após a resseguradora reportar prejuízo líquido de 206,9 milhões de reais no segundo trimestre, menor do que a perda de 656,7 milhões de reais um ano antes, mas revertendo o lucro líquido de 50,8 milhões de reais no primeiro trimestre.

De acordo com a resseguradora, o resultado do período de abril a junho deste ano foi impactado pela conjuntura econômica que afetou globalmente o setor de resseguros, bem como por sinistros decorrentes de negócios descontinuados (run-off), com efeito de 190,3 milhões de reais, parcialmente compensados pelo efeito não recorrentes (one-offs) na ordem de 14,4 milhões de reais --despesa de tributos e administrativas que foram compensadas por crédito em impostos.

Excluindo tais efeitos, run-off e one-off, o IRB disse que teria apresentado um prejuízo líquido normalizado de 31 milhões de reais no segundo trimestre.

Por volta de 10:40, os papéis caíam 4,58%, a 5,21 reais, entre os piores desempenhos do Ibovespa, que tinha variação negativa de 0,08%. No pior momento, as ações chegaram a 5,05 reais, queda de 7,51% e mínima histórica intradia.

Na visão de analistas do Safra, o resultado do IRB no segundo trimestre foi negativo, uma vez que a companhia continua reportando perdas significativas com seu legado de contratos inadimplentes que estão em processo de renegociação ou descontinuação.

Eles ponderam que os números do IRB sugerem uma tendência de recuperação, principalmente olhando para o resultado ajustado, porém, por ora, preferem manter a recomendação 'neutra' para as ações, com preço-alvo de 7,8 reais por papel.

"Ainda aguardamos uma melhor visibilidade dos resultados, que pode vir no próximo ano", afirmaram Luis F. Azevedo e Silvio Doria em relatório enviado a clientes.

O índice de sinistralidade total ficou em 95,7%, abaixo dos 135,3% registrados no segundo trimestre do ano passado, mas acima dos 72,1% do primeiro trimestre deste ano, segundo os dados divulgados na noite de segunda-feira.

O prêmio emitido no período somou 2,16 bilhões de reais, queda de 15,1% ano a ano. O prêmio ganho ficou quase estável, a 1,73 bilhão de reais, e o prêmio retido caiu 7%, para 1,59 bilhão de reais, na mesma base de comparação.

O resultado financeiro e patrimonial cresceu 81,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, para 89,2 milhões de reais.

Para mais detalhes, clique aqui:

(Por Paula Arend Laier; edição de Roberto Samora)

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