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IPCA-15: 'Prévia' da inflação em maio tem a maior alta para o mês desde 2016

·2 minuto de leitura
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No ano passado a inflação fechou em 4,5%, acima do centro da meta do governo, que era de 4%. Foi a maior inflação anual desde 2016.
  • No ano, o indicador acumula alta de 3,27%

  • A meta central do governo é de 3,75%, com tolerância que varia de 2,25% a 5,25%

  • Para 2022 o mercado financeiro estima uma inflação de 3,67%

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), uma prévia da inflação oficial do país, ficou em 0,44% em maio, segundo divulgou nesta terça-feira (25) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Em abril, esse número registrou 0,60%.

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Foi o maior resultado para um mês de maio desde 2016 (0,86%). Uma das explicações foi a alta na energia elétrica (2,31%).

No ano, o indicador acumula alta de 3,27%. Em 12 meses, chegou a 7,27%, ficando acima do teto da meta do governo para a inflação de 2021, que é de 5,25%. Em abril, o indicador acumulado em 12 meses estava em 6,17%.

Perspectivas para a inflação

No ano passado a inflação fechou em 4,5%, acima do centro da meta do governo, que era de 4%. Foi a maior inflação anual desde 2016.

A meta central do governo para a inflação em 2021 é de 3,75%, com tolerância que varia de 2,25% a 5,25%. Um dos instrumentos que o Banco Central utiliza para tentar "domar" a inflação é subindo a taxa de juros, a famosa taxa Selic.

A projeção do mercado se aproxima cada vez mais do teto da meta de inflação para este ano. A estimativa média dos especialistas é de 5,24%. Alguns deles, porém, já falam para algo em torno de 6%, principalmente por causa da pressão nos preços de matérias-primas e energia elétrica.

Para 2022 o mercado financeiro estima uma inflação de 3,67%. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,50%, podendo oscilar para 2% até 5% que mesmo assim estará dentro da margem estipulada pelo Banco Central.