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IPCA-15 sobe 0,69% em junho e atinge 12,04% em 12 meses

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*** FOTO DE ARQUIVO *** RIO DE JANEIRO, RJ, 19-04-2022: Movimento em feira livre no Largo do Machado, no Catete, zona sul do Rio de Janeiro. Especial de Mercado vai mostrar como a disparada dos preços de frutas e legumes afeta o brasileiro. (Foto: Eduardo Anizelli/ Folhapress)
*** FOTO DE ARQUIVO *** RIO DE JANEIRO, RJ, 19-04-2022: Movimento em feira livre no Largo do Machado, no Catete, zona sul do Rio de Janeiro. Especial de Mercado vai mostrar como a disparada dos preços de frutas e legumes afeta o brasileiro. (Foto: Eduardo Anizelli/ Folhapress)

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A inflação medida pelo IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15) subiu 0,69% em junho, informou nesta sexta-feira (24) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O resultado veio um pouco acima das estimativas do mercado financeiro. Na mediana, analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam avanço de 0,68%. O IPCA-15 havia subido 0,59% no mês anterior (maio).

Com a entrada dos novos dados, o IPCA-15 acumulou alta de 12,04% em 12 meses até junho. Nesse recorte, a variação havia sido de 12,20% até maio.

O índice oficial de inflação no Brasil é o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), também calculado pelo IBGE.

Como a variação do IPCA é calculada ao longo do mês de referência, o dado de junho ainda não está fechado. Será conhecido no dia 8 de julho.

O IPCA-15, pelo fato de ser divulgado antes, sinaliza uma tendência para os preços. O indicador prévio costuma ser calculado entre a segunda metade do mês anterior e a primeira metade do mês de referência da divulgação. Neste caso, os preços foram coletados de maio a junho.

No acumulado de 12 meses, o IPCA-15 está bem acima da meta de inflação perseguida pelo BC (Banco Central) para o IPCA. Em 2022, o centro da medida de referência é de 3,50%. O teto é de 5%.

Analistas do mercado financeiro projetam novo estouro da meta em 2022, o que significaria o segundo ano consecutivo de descumprimento.

Ao longo da pandemia, a inflação ganhou força devido a uma combinação de fatores.

Escassez de insumos, alta nos custos de produção de bens diversos, efeitos negativos do clima em energia e alimentos e impactos da turbulência política sobre a taxa de câmbio fazem parte dessa lista no Brasil.

Em 2022, um componente adicional passou a pressionar parte dos preços: a Guerra da Ucrânia. Com o conflito, petróleo e commodities agrícolas subiram no mercado internacional.

Impacto político Com a proximidade das eleições, a escalada da inflação virou dor de cabeça para o presidente Jair Bolsonaro (PL).

A carestia de itens como combustíveis é vista por membros da campanha de Bolsonaro como principal obstáculo para reeleição.

Pressionado, o presidente empilhou ataques contra a Petrobras nos últimos dias. O motivo foi o novo reajuste da gasolina e do óleo diesel anunciado pela estatal no dia 17 de junho.

O avanço, que entrou em vigor nas refinarias no dia seguinte, deve impactar o IPCA pelo menos em junho e julho, de acordo com economistas.

Em uma tentativa de frear a carestia, Bolsonaro sancionou na quinta-feira (23) a lei que fixa um teto para as alíquotas de ICMS (imposto estadual) sobre combustíveis, energia, transporte e telecomunicações.

O presidente, contudo, vetou um dispositivo que buscava garantir a recomposição de verbas para saúde e educação em caso de prejuízo a essas áreas devido à perda de arrecadação.

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