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Entenda as diferenças entre aplicações de renda fixa e variável

Young adult hipster business man thinking and looking up at copyspace while touching beard against gray studio background.
Escolha o melhor tipo de investimento para você (Getty Images)

Ter dúvidas de como investir é algo muito comum para quem vai começar a aplicar suas economias. Afinal, escolher entre renda fixa ou renda variável pode ser desafiador, pois cada categoria apresenta rendimentos e características diferentes. Aplicações de renda fixa e variável tem regras e definições próprias e, somente com esse conhecimento, você estará pronto para avaliar a alternativa mais adequada ao seu estilo de vida e personalidade. Entenda os conceitos de cada tipo de e as principais diferenças entre elas.

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Aplicações de renda fixa

Renda fixa é a forma de aplicação cujos rendimentos ou formato de cálculo desses valores já são definidos no ato da contratação. Os seja, você já sabe o quanto irá render o seu investimento e/ou a taxa de juros de rendimento. Os ativos costumam ser títulos de dívidas, portanto, quando investe neles, o investidor faz um empréstimo ao órgão emissor, na maioria das vezes um banco, e recebe por isso. Dessa maneira, o dinheiro investido é devolvido ao investidor, acrescido dos juros acordados antes, sempre em uma data específica.

Dentre os investimentos mais populares nessa categoria, estão a Poupança, os Fundos DI e de Renda Fixa, Títulos Públicos Federais (Tesouro Direto), LCI (Letras de Crédito Imobiliário), LCA (Letras de Crédito do Agronegócio) e CDBs (Certificado de Depósitos Bancários). Pelo fato de não estarem tão sujeitas às oscilações do mercado e da economia, e do investidor conhecer a sua rentabilidade já na contratação do serviço, essas aplicações podem ser consideradas menos arriscadas.

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Menos riscos nas aplicações de renda fixa

Mas isso não descarta totalmente a possibilidade de perdas. Apesar de raros, os prejuízos podem ocorrer, se o investidor não cumprir com a obrigação assumida ou ainda se, ao final da aplicação, ela se revelar menos rentável do que outros investimentos de risco similar e disponíveis durante o mesmo período. Vale a pena observar também, que as aplicações de renda fixa possuem ainda duas principais formas de remuneração e que são classificadas em dois grupos:

  • Pré-Fixados: A rentabilidade do título é definida no momento da aplicação em taxa de retorno anual (ex.: 11% ao ano) ou pelo valor do capital no vencimento (ex.: R$ 1.500,00 ao vencer).

  • Pós-Fixados: São títulos que pagam de acordo com a variação de algum índice econômico. Ao comprar, você sabe qual a forma de cálculo, mas o valor real é sabido somente ao final do prazo estabelecido.

Aplicações de renda variável

A renda variável é uma forma de investir cuja remuneração ou cálculo da rentabilidade não são pré-definidos no ato de contratação do investimento. O Mercado de Ações, nas Bolsas de Valores, é o exemplo mais clássico desse tipo de aplicação, já que os preços dos ativos mudam constantemente e refletem as inúmeras variáveis financeiras. Nesse caso, portanto, o investidor não tem como saber previamente qual será a rentabilidade que poderá obter.

Nessa modalidade de aplicação, os preços das ações e sua rentabilidade sofrem alterações a todo o momento, seja por eventos ocorridos nas empresas, instabilidade econômica ou das próprias variações do mercado financeiro. Em contrapartida, justamente por trazer mais riscos, a renda variável pode proporcionar maior rentabilidade aos seus investidores, principalmente se o investimento for feito com critério, diante de opções bem avaliadas e com diversificação.

Outra maneira interessante de investir em renda variável é por meio dos Fundos Imobiliários, nos quais é possível adquirir a cota de um imóvel e lucrar com seu aluguel. As quantias são pagas mensalmente e irão variar de acordo com as receitas recebidas com inquilinos. Para qualquer tipo de aplicação variável, é necessário orientação prévia antes de iniciar seu investimento.