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Investimento em startups triplicou no 1º semestre deste ano, diz consultoria

·2 min de leitura

O investimento em startups brasileiras na categoria capital de risco chegou a mais de US$ 622 milhões (R$ 3,4 bilhões) em 22 transações com grandes empresas, entre janeiro e junho deste ano, segundo um levantamento da consultoria KPMG em parceira com a Distrito. O volume já representa mais do que o triplo dos aportes do ano passado, que no caso chegou a US$ 199 milhões (R$ 1,1 bilhão) em 27 negociações, o que mostra um crescimento acelerado desta tendência.

O estudo traz uma análise histórica do setor nos últimos 20 anos. Desde os anos 2000, o país acumula 212 rodadas de investimentos de corporações em startups, das quais 162 tiveram os volumes negociados revelados. Estes últimos totalizaram US$ 1,3 bilhão (R$ 7,3 bilhões).

Cerca de 70% dos investimentos mapeados no levantamento estão concentrados nos estágios iniciais; portanto historicamente o capital de risco corporativo (CVC, na sigla em inglês) realizado no Brasil se concentra em companhias iniciantes.

As corporações que mais apostaram em startups são financeiras (16), varejistas (15) e de tecnologia (14). Já os setores que mais receberam recursos foram os da área financeira (fintechs) com 24 aportes que juntos somaram mais de US$ 249 milhões (R$ 1,3 bilhão) e o mercado imobiliário e de construção, que superaram os US$ 379 milhões (R$ 2,1 bilhões) em apenas quatro transações. As startups varejistas (retailtechs) receberam 17 aportes em US$ 206 milhões (R$ 1,1 bilhão). Já as de marketing e publicidade (martechs) captaram US$ 28 milhões (R$ 156 milhões).

Imagem: Unsplash/Dylan Gillis
Imagem: Unsplash/Dylan Gillis

O estudo traz ainda um contexto do setor em todo o mundo. Corporações do mundo inteiro investiram US$ 80 bilhões (R$ 447,8 bilhões) em startups, distribuídos em 2.099 rodadas nos primeiros seis meses deste ano. O volume é pouco maior que o de 2020 (US$ 74,2 bilhões, ou R$ 415 bilhões), mas mais do que o dobro do primeiro semestre de 2020 (US$ 33,8 bilhões, ou R$ 189 bilhões).

"Isso consolida o entendimento de que esses investimentos são uma prioridade estratégica, visto que o retorno financeiro de startups ainda muito pequenas é incerto, mas os ganhos potenciais associados às soluções tecnológicas que elas apresentam ao mercado são muito mais factíveis", disse em comunicado o líder do programa Emerging Giants da KPMG, Diogo Garcia.

Fonte: Canaltech

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