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Investimento de R$ 34 mi em Michael gera debate no Flamengo

Michael fez 16 gols em 54 jogos no ano passado (Pedro Chaves/Agif)

Os R$ 34 milhões que o Flamengo gastou na contratação de Michael não foram bem digeridos por alguns importantes aliados de Rodolfo Landim. A avaliação para uma parte da diretoria é de que o atacante não vale tamanho investimento pela idade (23 anos) e por seu passado: Michael já teve problemas com drogas.

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Michael nunca havia disputado a primeira divisão nacional até 2019, quando acabou eleito a revelação do Campeonato Brasileiro. Na temporada anterior, ainda pelo Goiás, o atacante jogou a Série B.

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A irritação de alguns no Flamengo se deu também porque não houve um consenso em cima dos gastos com Michael. O clube vai pagar 7,5 milhões de euros parcelados em três vezes: a primeira agora, a segunda na metade do ano e a terceira exatamente daqui a um ano.

De qualquer maneira, o Flamengo demonstrou a força financeira que o Corinthians não teve para fechar com Michael. A oferta do clube paulista foi de 5 milhões de euros por 50%. Já o Fla bancou 2,5 milhões de euros a mais por outros 25%.

Michael é o quarto reforço confirmado do atual campeão da Libertadores para 2020. Antes, já haviam chegado o zagueiro Gustavo Henrique e os atacantes Pedro Rocha e Tiago.

Após a publicação da matéria, a assessoria de imprensa do Fla entrou em contato com o Blog para emitir a seguinte posição: “O nome e os valores foram amplamente discutidos e aprovados por todos os integrantes do Conselho do Futebol, por unanimidade. Presidente, Vice-Presidente de Futebol, Diretor de Futebol e Treinador deram aval. O clube desconhece essa suposta divisão nos bastidores.”

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