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Investigação liga Michelle Bolsonaro e “gabinete do ódio” com contas falsas no Facebook e Instagram

·2 minuto de leitura
Investigação liga Michelle Bolsonaro e “gabinete do ódio” com contas falsas no Facebook e Instagram
Investigação liga Michelle Bolsonaro e “gabinete do ódio” com contas falsas no Facebook e Instagram

Um inquérito da Polícia Federal aponta a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e assessores do Palácio do Planalto como possíveis responsáveis por contas falsas no Facebook. As contas teriam sido usadas nas eleições de 2018 para favorecerem o então candidato Jair Bolsonaro e durante o primeiro ano de mandato.

Os agentes localizaram 31 pessoas vinculadas a contas usadas para “operações executadas por um governo para atingir seus próprios cidadãos”, como classificou o próprio Facebook. Michelle foi responsável pelas contas BolsonaroNews no Instagram.

Já Tércio Arnaud Tomaz, assessor da presidência da república e suspeito de integrar o “gabinete do ódio” foi apontado como o responsável pela BolsonaroNews no Facebook além de seu próprio perfil Tercio Arnaud Tomaz.

michelle
Imagem: Polícia Federal

Contas falsas no Facebook e no Instagram

Para chegar nos suspeitos, a Polícia Federal investigou o local de origem da internet usada para acessar os perfis. Nos dias 5 e 6 de novembro de 2018, as contas falas BolsonaroNews no Facebook e no Instagram teriam sido acessadas por Michelle e Tércio da residência de Bolsonaro na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

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Além disso, o próprio Bolsonaro, e seus três filhos, Carlos, Flávio e Eduardo, teriam mobilizado suas redes sociais para “incitar parcela da população à subversão da ordem política” durante as eleições. A PF ainda aponta uma “hipótese criminal” no ato.

Além disso, 408 acessos foram feitos dentro do Palácio do Planalto por Tércio. As contas falsas do Facebook também foram ligadas dentro da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. No entanto, não há informações se o acesso ocorreu no gabinete de Carlos Bolsonaro.

Já os acesos registrados na Câmara dos Deputados, em Brasília, foram feitos por Eduardo Bolsonaro. O conteúdo das mensagens trocadas nas contas ainda não foi identificado pois foram apagadas. O caso segue em investigação. O Governo Federal ainda não se pronunciou.

Via UOL

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