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Investidores questionam ANS sobre impossibilidade de assumir planos da Amil

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Amil
Em dezembro do ano passado, a Amil transferiu mais de 337 mil beneficiários de seus planos individuais e familiares para a APS

(REUTERS/Ricardo Moraes)

  • Investidores enviam carta à ANS;

  • Texto questiona o porquê de serem impedidos de assumirem as carteiras de planos da Amil;

  • Agência de Saúde barrou a transferência de planos de saúde da Amil à APS.

Um grupo de investidores enviou, na última quinta-feira (21), uma carta à ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) questionando o porquê de serem impedidos de assumirem as carteiras de planos de saúde individuais da Amil.

Segundo o UOL, o grupo pede que o órgão explique suas preocupações e abra um diálogo sobre a transferência da carteira.

De acordo com Paulo Rabello, diretor-presidente da ANS, houve falta de transparência por parte da Amil durante o processo de transferência das carteiras para a APS e temor de que os investidores envolvidos não tenham condições de garantir a gestão delas. Por isso, a Agência barrou o acordo.

"Não há como existir qualquer tipo de sigilo ou omissão de informação para o regulador. Se não temos as informações, não dá para fiscalizar. A Amil começou a avançar em um processo sem compartilhar as informações com a ANS. Por isso, impedimos a operação", afirmou Rebello ao UOL.

Entenda o caso

Em dezembro do ano passado, a Amil transferiu mais de 337 mil beneficiários de seus planos individuais e familiares para a APS, medida que afetou clientes em São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.

A transferência chegou a ser aprovada pela ANS. Na época, a Amil disse à Agência de Saúde que a alteração seria uma simples reorganização societária entre as operadoras do mesmo grupo – já que ambas pertencem à gigante UnitedHealth Group - e que garantiria ajuda financeira para manter o equilíbrio econômico da APS.

No entanto, após analisar a documentação solicitada, a ANS percebeu que a Amil já havia definido a venda das cotas da APS, o que faria com que ambas deixassem de fazer parte do mesmo grupo e, consequentemente, esvaziaria “a garantia oferecida pela Amil em favor da APS”, disse em nota.

A ANS ainda pontuou que “os compradores das quotas da APS não têm capacidade financeira suficiente para garantir o equilíbrio econômico-financeiro da APS, de modo que a transação examinada expõe a risco a continuidade e a qualidade da assistência à saúde devida aos consumidores vinculados à carteira transferida."

De 2019 para 2021, o número de reclamações registradas no Procon-SP contra a Amil saltou 255%, indo de 554 para 1.969. Somente em janeiro deste ano, houve 216 casos. As principais queixas relacionam-se ao descredenciamento de hospitais, confusão na orientação de pacientes e dificuldades na realização de exames rotineiros. Isso fez com que o Procon-SP convocasse a operadora para reunião.

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