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Investidores estão comprando certificado e não criptomoedas, diz Campos Neto

O presidente do Banco Central (BC), Campos Neto, falou hoje (6) durante um evento promovido pela Valor Capital Group, sobre a regulamentação de criptoativos. Ele ressaltou que a regulamentação é um desafio para autoridades no mundo todo e que BC vai regular o setor para garantir que corretoras vendam os ativos e, não um certificado.

Campos Neto explicou que as criptomoedas se estabeleceram no país muito mais como um investimento do que como meio de pagamentos, e destacou que atualmente existe uma concentração de custódia desses ativos: 83% dos criptoaivos estão na mão de apenas quatro instituições. "É perigoso", frisou.

Para o presidente do Banco Central a questão da regulamentação é um desafio para autoridades no mundo todo que querem garantir a segurança para o mercado sem impedir o crescimento do setor. "O maior desafio é regular o futuro. Quando você cria uma regulação, não é para hoje".

Projeto de Lei 3.825/2019 visa estabelecer diretrizes para o mercado de criptomoedas e dar maior atuação para o Banco Central (Imagem: Reprodução/Envato-Jirkaejc)
Projeto de Lei 3.825/2019 visa estabelecer diretrizes para o mercado de criptomoedas e dar maior atuação para o Banco Central (Imagem: Reprodução/Envato-Jirkaejc)

Autoridades de olho em regulamentação de criptomoedas

O recente "colapso" da moeda digital TerraUSD, uma stablecoin (moeda estável), cujo valor é lastreado no dólar, despertou a pressão das autoridades pela regulamentação das criptomoedas em todo o mundo. A TerraUSD chegou a desvalorizar 99% e perdeu sua paridade com o dólar.

O acontecimento acarretou em grandes prejuízos financeiros para investidores que acreditavam que a moeda digital sempre valeria o mesmo valor da moeda dos Estados Unidos.

Conforme o Global Future Council on Cryptocurrencies do Fórum Econômico Mundial, não há uma ação coordenada de regulamentação internacional para as criptomoedas; mas órgãos internacionais estão avaliando os riscos e desenvolvendo leis apropriadas para o setor.

Globalmente, bancos centrais e reguladores já estão de olho nessa crescente tendência, explicou o Fundo Monetário Internacional. Diversos países já começaram a trabalhar e implementar diferentes "normas" para o mercado de criptomoedas. Proteger o consumidor, prevenir a prática de crimes, proteger a integridade do mercado e promover a inovação são os objetivos principais.

Fonte: Canaltech

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