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Investidores buscam melhor moeda para arbitragem de juros

Lilian Karunungan
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A desvalorização tanto do dólar quanto do euro cria um dilema para investidores que se perguntam qual seria a melhor fonte de financiamento para operações de carry trade em mercados emergentes. No geral, a moeda dos EUA ainda é a preferida.

O dólar acumula baixa desde o segundo trimestre de 2020 em relação a uma cesta de moedas diante do corte dos juros pelo Federal Reserve para uma mínima histórica e do impacto dos casos de coronavírus na economia dos EUA. O euro começou a perder força nas últimas semanas, caindo brevemente abaixo de US$ 1,20, considerado um nível estratégico, um reflexo do atraso das vacinações que reduz as expectativas de recuperação econômica na zona do euro.

“Continuamos a preferir o dólar como nossa moeda de financiamento de carry trades em mercados emergentes”, disse Norman Villamin, diretor de investimentos para gestão de patrimônio na Union Bancaire Privee, de Zurique, que administra o equivalente a US$ 166 bilhões. “Embora o euro tenha enfraquecido devido às preocupações com a distribuição de vacinas ultimamente, esperamos que isso seja temporário e revertido conforme a vacinação se acelere no continente.”

O desafio de buscar a melhor moeda de financiamento surge quando bancos centrais de mercados emergentes começam a sinalizar aperto da política monetária diante da recuperação da crise causada pela pandemia de coronavírus. A tendência deve dar impulso às operações de carry trade - a estratégia de tomar dólares emprestados para investir em moedas de maior rendimento - que encolheram durante um período em que os rendimentos despencaram no mundo todo.

Tanto o dólar quanto o euro perdem terreno em relação a seus pares de países em desenvolvimento. A moeda dos EUA se desvalorizou contra 17 de 22 moedas de mercados emergentes nos últimos seis meses, enquanto o euro caiu contra 16 do mesmo grupo neste ano.

A estratégia de emprestar dólares e investir em uma cesta de dez moedas de mercados emergentes no início deste ano teria oferecido retorno de 0,8%, segundo dados compilados pela Bloomberg. Uma operação semelhante, financiada em euros, renderia 2,1%.

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