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Investidores agora favorecem emergentes com juros mais baixos

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(Bloomberg) -- À medida que o pânico com a inflação dá lugar a temores de uma recessão global, os investidores favorecem mercados emergentes onde as taxas de juros ainda estão baixas e as perspectivas de crescimento são melhores.

Investidores têm comprado títulos locais da Indonésia e da Tailândia, onde as taxas básicas continuam perto das mínimas recordes a que foram reduzidas durante as profundezas da pandemia. Também tem comprado dívida da Índia, onde o banco central fez apenas um aumento até agora.

É uma reversão em relação à tendência dos primeiros meses do ano, quando títulos de baixo rendimento foram descartados em favor de dívidas de países como Brasil e Chile, que lideraram o ciclo de aperto no mundo. Mas com a ênfase nos temores de recessão, ter taxas de juros altas pode até ser visto como uma desvantagem em relação a países com inflação baixa e crescimento.

“Esses países estarão melhor posicionados para combater uma desaceleração global”, disse Sebastien Barbe, chefe de pesquisa de mercados emergentes do Crédit Agricole CIB. “Países com inflação já alta há alguns meses tinham menos opções para manter as taxas baixas.”

É claro que, enquanto alguns países se sairão bem com a ênfase dos investidores no crescimento, outros parecerão ainda mais vulneráveis. Há US$ 237 bilhões de dívida soberana de mercados emergentes sendo negociada em níveis de estresse, segundo dados compilados pela Bloomberg.

A Ásia Central e Ásia-Pacífico são as duas únicas regiões de mercados emergentes que deram retornos positivos aos investidores de títulos em moeda local este mês, segundo um índice da Bloomberg. Os piores desempenhos estão na América Latina e Leste Europeu.

De oito países asiáticos em um índice da Bloomberg de dívida local de emergentes, dois ainda não começaram a aumentar juros, enquanto os outros não elevaram suas taxas básicas em mais de 0,9 ponto percentual desde o início de seus ciclos de aperto. A única exceção é a Coreia do Sul, que elevou juros em 1,35 ponto percentual.

Enquanto isso, todos os países da América Latina no indicador elevaram o custo do dinheiro, com altas de 8,5 e 11,25 pontos percentuais no Chile e Brasil, respectivamente. No Leste Europeu, a Polônia apertou em 6,4 pontos percentuais. Os bancos centrais também sofrem pressão para apertos mais ousados para fortalecerem suas moedas.

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