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Inteligência artificial consegue diferenciar etnias com raio-x

Inteligência artificial não recebeu nenhum dado sobre a etnia dos participantes
Inteligência artificial não recebeu nenhum dado sobre a etnia dos participantes
  • Nem os próprios criadores do software sabem como ele é capaz de fazer a identificação;

  • Inteligência artificial não recebeu nenhum dado sobre a etnia dos participantes;

  • Pesquisadores do MIT tem palpites, mas nenhuma teoria definitiva.

Um programa de inteligência artificial vem surpreendendo a comunidade científica ao redor mundo, até mesmo aos pesquisadores que a criaram. Segundo publicado na revista de divulgação científica Lancet, uma IA (inteligência artificial) desenvolvida pelo MIT é capaz de identificar a etnia de uma pessoa com base apenas em um exame de raio-x.

De acordo com os cientistas, o algoritmo tem uma precisão de 90%, tida como bem alta no meio das inteligências artificiais. Isso chega a assustar ainda mais os pesquisadores que não tem ideia de como o software é capaz de fazer essas identificações com base somente nas imagens ósseas das pessoas.

De bônus, o programa de inteligência artificial ainda consegue fazer o mesmo reconhecimento a partir de imagens borradas ou alteradas.

Cientistas não entendem o próprio programa

Por um lado, é bem comum que desenvolvedores de software e programas de inteligência artificial realizem seus procedimentos. Geralmente eles são criados apenas com uma tarefa e um banco de dados, sem nenhum tipo de intervenção humana sobre como conseguir certos resultados.

“Essa é uma façanha que nem mesmo os médicos mais experientes podem fazer, e não está claro como o modelo foi capaz de fazer isso”, afirmou o MIT

Isto quer dizer que o algoritmo teve acesso somente a imagens de raio-x do tórax, dos braços e das pernas dos indivíduos (além de imagens de tomografias torácicas e mamografias), mas nenhuma instrução sobre como identificar a etnia das pessoas. Isto porque até hoje nenhum médico é capaz de descobrir essa informação apenas pelo raio-x da pessoa.

Por outro, os cientistas não deram acesso a dados ligados à etnia dos participantes. Ou seja, nenhuma informação sobre a etnia, cor de pele, de cabelo, IMC e tamanho dos seios, no caso das mamografias, foi dada para o programa, tornando o fato dela conseguir fazer essas distinções tão precisamente um mistério.

Uma das teses é que o software consiga ver diferenças nas quantidades de melanina dos voluntários reproduzidas na chapa do raio-x. A olho nu, e talvez até mesmo sob um microscópio, nós humanos não conseguimos ver diferença alguma, mas talvez a máquina consiga. No entanto, esse palpite ainda está longe para se confirmar.