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Intel XeSS recebe plugin na Unreal Engine 5 para facilitar uso em games

Em sua página oficial no GitHub, a Intel liberou um plugin para facilitar a implementação do XeSS na Unreal Engine, um dos principais motores gráficos do mercado. Disponível para as versões 5.0, 4.27 e 4.26 da ferramenta de desenvolvimento, a novidade é mais um passo importante para a popularização da tecnologia de upscaling da Intel, possibilitando, por exemplo, que estúdios menores adotem a funcionalidade sem grande esforço.

Estúdios e entusiastas que queiram utilizar o XeSS em um projeto da Unreal devem baixar a pasta de arquivos diretamente da página dedicada ao plugin no GitHub, instalá-lo na pasta de recursos da engine através do terminal do Windows e então, dentro da ferramenta, habilitá-lo na seção de plugins. A Intel disponibilizou um PDF em que detalha o processo e as opções disponíveis para configuração do recurso.

Apesar de não parecer algo benéfico para o público em um primeiro momento, o lançamento do plugin não apenas simboliza que a Intel segue investindo na tecnologia, como também é mais um passo para que o XeSS seja trazido a um número maior de games, já que não é mais necessário integrar manualmente a solução nos códigos dos jogos. Isso deve agilizar a adoção tanto em grandes títulos desenvolvidos com a Unreal Engine, como também produções de menor escopo de estúdios independentes, que não têm tanto tempo nem recursos.

Com o plugin dedicado para a Unreal Engine, o Intel XeSS deve começar a ver sua adoção crescer tanto em grandes games quanto títulos indie (Imagem: Intel)
Com o plugin dedicado para a Unreal Engine, o Intel XeSS deve começar a ver sua adoção crescer tanto em grandes games quanto títulos indie (Imagem: Intel)

É importante destacar que essa versão inicial do plugin possui algumas limitações: além de ser compatível apenas com o motor rodando na API gráfica DirectX 12 — o que não chega a surpreender, considerando o foco da Intel no DX12 na própria linha Arc —, a implementação do XeSS na Unreal não suporta a técnica de Stereo Rendering para VR (em que a imagem de cada lente de um par de óculos VR é gerada por vez) ou games em tela dividida.

Ambos os cenários poderiam se beneficiar do recurso de upscaling, e é possível que a Intel corrija essa incompatibilidade futuramente. Além disso, também há chances da própria comunidade de desenvolvedores e entusiastas resolver essa questão, quando o código-fonte do XeSS for liberado — no momento, apenas binários pré-compilados foram disponibilizados, mas a abertura completa do código é uma das promessas da Intel.

XeSS é técnica de upscaling com IA da Intel

Lançado junto às placas Arc, o Intel Xe Super Sampling, ou XeSS, é a técnica do time azul desenvolvida para rivalizar com o FidelityFX Super Resolution (FSR) da AMD e o Deep Learning Super Sampling (DLSS) da Nvidia. Assim como os concorrentes, o XeSS combina informações temporais de múltiplos quadros dos games gerados pela GPU com um algoritmo de Inteligência Artificial para ampliar a imagem a uma resolução mais alta (como de 1080P para 4K, por exemplo).

O XeSS se destacou por contar com duas versões: uma de código aberto compatível com GPUs rivais, e uma turbinada por IA para a linha Intel Arc (Imagem: Divulgação/Intel)
O XeSS se destacou por contar com duas versões: uma de código aberto compatível com GPUs rivais, e uma turbinada por IA para a linha Intel Arc (Imagem: Divulgação/Intel)

A abordagem da Intel se destacou por reunir o que as soluções rivais têm de melhor: além de possuir código aberto (ao menos de acordo com promessas da companhia), a técnica conta com uma versão dedicada para GPUs Arc, executada usando as estruturas de IA da marca, as XMX Engines, bem como com uma versão aberta para placas de vídeo de AMD e Nvidia, que emprega um algoritmo mais simples no formato de dados DP4a.

Testes realizados com o recurso mostram resultados mistos — se a versão proprietária para a linha Arc consegue qualidade de imagem e ganhos de desempenho comparáveis ao DLSS, a variante aberta acaba não sendo uma solução tão atraente quando consideramos que há mais ganho de desempenho ao utilizar o FSR em hardware da AMD e o DLSS em componentes da Nvidia.

Fonte: Canaltech

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