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Intel vai usar novo processo de 7 nanômetros da TSMC em novo chip gráfico, dizem fontes

Stephen Nellis
·2 minuto de leitura
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Por Stephen Nellis

(Reuters) - A Intel planeja usar a Taiwan Semiconductor Manufacturing (TSMC) para fabricar um chip gráfico de segunda geração para computadores pessoais que espera ajudar a companhia norte-americana a enfrentar a Nvidia, disseram à Reuters duas fontes familiarizadas com o assunto.

O chip, conhecido como "DG2", será feito com um novo processo aprimorado de fabricação de processadores de 7 nanômetros da TSMC, disseram as fontes.

A Intel, há muito líder mundial na fabricação de chips, perdeu essa vantagem nos últimos anos e agora discute se terceirizará a produção de alguns de seus principais chips com lançamento previsto para 2023.

O investidor ativista Third Point enviou ao conselho de administração da Intel uma carta pedindo que considere se deve manter o design e as operações de fabricação de chips sob o mesmo teto.

Há muito, a Intel terceiriza outros chips além de suas CPUs principais e é um cliente importante da TSMC, líder mundial em produção terceirizada de semicondutores. O chefe da subsidiária de tecnologia de veículos autônomos da Intel, Mobileye, disse no mês passado que seu próximo processador continuará sendo fabricado pela TSMC sob o processo de 7 nanômetros.

Com chips gráficos, a Intel busca entrar no mercado de videogames. O chip DG2 deve ser lançado no final deste ano ou no início de 2022 e competir com os processadores gráficos da Nvidia e AMD, que custam de 400 e 600 dólares, disseram as fontes.

A tecnologia de fabricação de chips para o DG2 deverá ser mais avançada do que o processo de 8 nanômetros da Samsung usado na última geração de chips gráficos da Nvidia, lançada no ano passado, disseram as fontes. Elas acrescentaram que o processador também terá vantagem sobre os chips gráficos da AMD feitos no processo de 7 nanômetros da TSMC.

A Intel não quis comentar o assunto e a TSMC disse que não se manifesta sobre clientes individuais.