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Intel pretende voltar a ter processadores equipados em futuros MacBooks

·2 min de leitura

A Intel quer voltar a fornecer processadores para os próximos MacBooks, de acordo com o CEO da marca Pat Gelsinger. A afirmação foi feita em entrevista concedida a um programa de televisão americano, na noite do último domingo (17).

A companhia de Cupertino começou a trabalhar com chips próprios para notebooks em 2020, no lançamento da linha MacBook M1. Gelsinger disse que não culpa a Apple por ter desistido de trabalhar com a Intel para o fornecimento dos componentes, pois "eles acreditaram que poderiam fazer peças melhores, e até o momento mostram um bom trabalho".

Chips da Apple foram elogiados pelo CEO da Intel (Imagem: Divulgação/Apple)
Chips da Apple foram elogiados pelo CEO da Intel (Imagem: Divulgação/Apple)

O discurso amigável de Gelsinger também tem como objetivo manter as relações saudáveis entre as duas marcas, para no futuro reatar a colaboração. Porém, segundo ele, a Intel só poderá recuperar esse espaço perdido no mercado caso consiga fazer componentes melhores do que a Apple, e somente assim será possível voltar a ter a atenção da Maçã: "preciso garantir que meu ecossistema fique mais aberto e vibrante do que o deles, e que criemos razões mais atrantes para convencer os desenvolvedores a criarem mais produtos baseados em plataformas da Intel", disse ele.

O CEO também afirmou que sempre espera construir parcerias e ter seus componentes em uma variedade cada vez maior de dispositivos, e citou a nova função de compatibilidade para aplicativos de Android no Windows 11 como uma maneira de fazer os PCs com Intel mais atrativos para o público.

Processadores M1 são considerados um sucesso

Novos chips M1 Pro e M1 Max foram apresentados para os MacBooks de 2021, com melhorias de performance e eficiência energética (Imagem: Divulgação/Apple)
Novos chips M1 Pro e M1 Max foram apresentados para os MacBooks de 2021, com melhorias de performance e eficiência energética (Imagem: Divulgação/Apple)

A Apple costumava trabalhar em MacBooks com chips da Intel entre 2005 e 2019, mas resolveu apostar em componentes próprios para conseguir maior controle sobre as aplicações dos notebooks, com mais performance e eficiência de energia. Esses objetivos foram cumpridos, pois vários testes já comprovaram uma considerável superioridade dos notebooks com chip M1, em relação a gerações anteriores dos computadores portáteis.

Por conta desse sucesso, no momento não existe um panorama claro em relação a uma possível volta dos MacBooks com chips Intel. A tendência é que a Apple continue investindo cada vez mais em componentes próprios, assim como já acontece nos iPhones, iPads, iMacs e outros produtos disponibilizados pela marca.

Em evento realizado nesta segunda-feira (18), a Apple inclusive anunciou dois novos chips para a nova geração de seus processadores para notebooks: o M1 Pro e M1 Max. Ambos prometem grandes melhorias de performance e eficiência de energia, o que deve distanciar ainda mais as possibilidades sugeridas pelo CEO da Intel.

Fonte: Canaltech

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