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Intel pede desculpas na China por declaração de seu fornecedor

·2 min de leitura
U.S. chipmaker Intel Corp's logo is seen at the entrance to their
U.S. chipmaker Intel Corp's logo is seen at the entrance to their "smart building" in Petah Tikva, near Tel Aviv, Israel December 15, 2019. Picture taken December 15, 2019. REUTERS/Amir Cohen
  • Intel se desculpa com o governo chinês após carta por fornecedores;

  • Carta continha restrições para a região de Xinjiang, na China;

  • Região de Xinjiang recebe críticas de falta de direitos humanos com a minoria uighur;

A fabricante americana de eletrônicos Intel se desculpou com o governo da China nesta quinta-feira, depois que sua carta dizendo aos fornecedores que não comprassem produtos ou mão de obra da região de Xinjiang gerou uma reação negativa, tornando-a mais uma empresa ocidental a tropeçar por questões de direitos no país, de acordo com a agência Reuters.

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A Intel publicou recentemente o que descreveu como uma carta anual aos fornecedores, datada de dezembro, que foi "obrigada a garantir que sua cadeia de suprimentos não use qualquer trabalho ou fonte de bens ou serviços da região de Xinjiang", seguindo restrições impostas por "múltiplos governos", sem especificar quais, segundo a agência.

Região de Xinjiang sofre críticas por direitos humanos contra minorias

As críticas acontecem porque países como os Estados Unidos acusaram a China de abusos generalizados dos direitos humanos em Xinjiang, região de uigures predominantemente muçulmanos do país, e dentre esses abusos, estão trabalhos forçados. O governo chinês negou por diversas vezes as acusações da comunidade internacional. 

Em uma declaração em chinês na quinta-feira em suas contas oficiais do WeChat e Weibo, a Intel disse que seu compromisso de evitar cadeias de suprimentos de Xinjiang era uma expressão de conformidade com a lei dos EUA, ao invés de uma declaração de sua posição sobre o assunto. "Pedimos desculpas pelos problemas causados ​​aos nossos respeitados clientes, parceiros e ao público chineses. A Intel está empenhada em se tornar um parceiro de tecnologia confiável e acelerar o desenvolvimento conjunto com a China", disse a empresa.

A Intel, que tem 10.000 funcionários na China, disse em seu pedido de desculpas que "respeitou a delicadeza da questão na China", mas por outro lado, nas redes sociais chinesas, há dúvidas sobre o pedido. A hashtag "O pedido de desculpas da Intel é sincero?" foi tendência no Weibo na tarde de quinta-feira no país asiático, de acordo com a agência Reuters.

Outras grandes multinacionais estão sob pressão por causa de seus objetivos de cumprir as sanções relacionadas a Xinjiang, ao mesmo tempo em que continuam operando na China, um grande mercado e base de abastecimento. Segundo a Reuters, o Ministério das Relações Exteriores da China disse que "as acusações de trabalho forçado em Xinjiang são mentiras inventadas por forças americanas anti-China" com o objetivo de desestabilizar a China e impedir seu desenvolvimento.

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