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Instituto coreano desenvolve display super flexível que é dobrado como um papel

·2 minuto de leitura

Pesquisadores do Instituto de Pesquisas pela Ciência Básica de Nanopartículas, uma organização sediada na Coreia do Sul, apresentaram um novo protótipo de display QLED flexível como um pedaço de papel. No momento, a real utilidade da tecnologia ainda é incerta, e não se sabe como ela pode afetar o futuro dos smartphones dobráveis — mas é certamente um conceito curioso.

As imagens mostram um componente que pode ser utilizado até mesmo como uma espécie de origami, a arte centenária de dobradura de papéis em formatos específicos. É possível fazer formas como uma borboleta, uma pirâmide, ou um avião de papel. Claro que o conceito não é tão prático quanto um papel propriamente dito, mas os resultados são visualmente bonitos. De acordo com o pesquisador Taekhwan Hyun, "a tela será útil em dispositivos com customização feita pelo próprio usuário, como jornais eletrônicos e tablets".

Porém, o novo projeto traz algumas desvantagens claras. As peças trazem construções específicas, ou seja, só é possível construir um avião no pedaço que é desenhado exclusivamente para isso, por exemplo. Além disso, não é possível mostrar nenhuma imagem nítida nos LEDs acoplados, já que a resolução é bastante baixa, com apenas 64 pixels — para efeito de comparação, a tela dobrável do Samsung Galaxy Z Flip 3 tem 1080 x 2640 pixels. O time de pesquisadores afirma que o aumento da resolução pode acontecer em projetos futuros.

Tela super dobrável tem apenas 64 pixels (Imagem: Android Authority)
Tela super dobrável tem apenas 64 pixels (Imagem: Android Authority)

A baixa confiabilidade do display também impede que ele seja disponibilizado em série: ele pode ser dobrado cerca de 500 vezes antes de ter a sua performance afetada, menos de um ano caso seja manipulado apenas duas vezes por dia. O Galaxy Z Fold 3 tem resistência para mais de 200 mil dobras, de acordo com a Samsung, equivalente a mais de 500 vezes por dia durante mais de um ano inteiro.

A tecnologia ainda está em estágios iniciais de desenvolvimento, mas caso ela ganhe as melhorias prometidas — e tenha uma mínima viabilidade de preço de construção — é provável que as marcas comecem a implementar telas cada vez mais flexíveis no futuro.

Fonte: Canaltech

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