Mercado fechado
  • BOVESPA

    129.513,62
    +1.085,64 (+0,85%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.558,32
    +387,54 (+0,77%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,39
    +0,09 (+0,12%)
     
  • OURO

    1.775,30
    -1,40 (-0,08%)
     
  • BTC-USD

    34.929,73
    +1.424,00 (+4,25%)
     
  • CMC Crypto 200

    842,86
    +56,25 (+7,15%)
     
  • S&P500

    4.266,49
    +24,65 (+0,58%)
     
  • DOW JONES

    34.196,82
    +322,58 (+0,95%)
     
  • FTSE

    7.109,97
    +35,91 (+0,51%)
     
  • HANG SENG

    28.882,46
    +65,39 (+0,23%)
     
  • NIKKEI

    29.116,58
    +241,35 (+0,84%)
     
  • NASDAQ

    14.345,75
    -8,50 (-0,06%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,8620
    -0,0003 (-0,01%)
     

Instituições aumentaram em 170% reservas de criptomoedas no primeiro trimestre

·1 minuto de leitura

Enquanto muitos se aventuram de maneira individual no mercado de criptomoedas, o segmento também está chamando a atenção de grandes instituições. Segundo o Coinbase, grandes grupos — que incluem fundos de investimento — estão apostando alto e aumentaram em 170% suas reservas durante o primeiro trimestre de 2021.

Maior plataforma de transações e armazenamento de criptomoedas do Estados Unidos, o Coinbase afirma que, no fim de 2020, grandes empresas acumulavam US$ 45 bilhões em moedas virtuais. Em março, esse valor saltou para US$ 122 bilhões e deve continuar aumentando conforme o interesse — e os preços — se mantêm em alta.

Volatilidade do mercado preocupa investidores

“Com o tempo, vimos uma variedade de fatores atraindo investidores institucionais para o espaço. Eles vão desde a proteção contra a inflação, diversificação dos balanços corporativos e o desejo de um envolvimento mais amplo na economia digital”, explica Drew Robinson, diretor de vendas para fundos de hedge da Coinbase.

Atualmente, a plataforma atende mais de 8 mil clientes institucionais, cuja maioria usa serviços de armazenamento offline de criptomoedas. Apesar do aumento dos investimentos, a instabilidade das criptomoedas ainda surge como um ponto de cautela entre as corporações — a Goldman Sachs diminuiu sua avaliação do bitcoin após a moeda diminuir seu valor em 30% após restrições impostas pela China e tweets publicados por Elon Musk, CEO da Tesla.

Avaliado em mais de US$ 100 bilhões em 2021, o Coinbase também sofreu uma redução de 30% no preço de suas ações desde que foi listada na bolsa eletrônica Nasdaq. Para atrair mais instituições, a companhia está aprimorando seus serviços de corretagem e apostando em soluções de segurança e análise de dados como forma de valorizar seus produtos.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos