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INSS terá todos peritos médicos de volta em ‘muito pouco tempo’, diz Rolim

Mariana Ribeiro
·2 minutos de leitura

Médicos alegaram falta de condições para retornarem ao trabalho com a reabertura das agências Grande parte dos peritos médicos voltou hoje às agências e “em muito pouco tempo” o restante também deve retomar as atividades, disse há pouco o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Leonardo Rolim, ao Valor. O instituto não tem um balanço de quantos profissionais retornaram hoje ao trabalho. “Acredito que em todas as agências com inspeção os peritos vão voltar. Já estão voltando hoje em grande parte delas e acredito que rapidamente, na medida em que a nova subsecretária [Filomena Maria Bastos Gomes] toma posse, vai começar a ter um controle maior sobre a situação. É questão de muito pouco tempo para que todas essas agências tenham peritos médicos trabalhando”, afirmou. Na semana passada, o INSS deu início ao retorno gradual do atendimento presencial nas agências, mas os peritos médicos não retornaram, alegando falta de condições de segurança diante da pandemia. Em meio à disputa com a Associação Nacional dos Médicos Peritos (ANMP), o governo fez trocas no comando da Subsecretaria da Perícia Médica Federal e, na sexta-feira, Filomena Maria Bastos Gomes foi nomeada para o cargo. O presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Leonardo Rolim, diz que grande parte dos peritos já voltou Geraldo Magela/Geraldo Magela/Agência Senado Também na sexta, o Ministério da Economia publicou uma convocação para que peritos médicos e supervisores periciais retornassem imediatamente ao atendimento presencial. Ontem, em entrevista à GloboNews, Rolim disse que os profissionais mentem ao dizer que faltam condições seguras para o retorno. Rolim disse que em São Paulo, por exemplo, os peritos não retomaram o atendimento em vários locais. Inclusive em cidades em que a antiga direção da subsecretaria já tinha atestado que as agências estavam aptas à prestação do serviço, disse, citando as cidades de São José dos Campos e Taubaté como exemplo. “Nesses dois casos, eles [peritos] não foram por orientação do sindicato deles, a ANMP. O que mostra que é uma greve disfarçada.” Desde a semana passada, o governo entende que 150 agências estão prontas para o retorno das perícias. Novas inspeções foram realizadas na sexta-feira e, a partir de amanhã, esse número sobe para 174. Outras inspeções serão realizadas durante a semana, afirmou Rolim. A expectativa, explicou o presidente, é que, ao longo das próximas semanas, de 300 a 400 agências estejam abertas no país para realização de perícias médicas. “Não posso dizer quando, dentro de 30, 60 dias mais ou menos, porque a gente está fazendo as adaptações.” Hoje, há potencialmente 600 mil pessoas aguardando a perícia porque tiveram a antecipação do auxílio-doença negada. Além disso, há outros 500 mil pedidos de Benefício de Prestação Continuada (BPC) por deficiência que em breve se somarão efetivamente à fila dos peritos, explicou Rolim. Esses requerimentos aguardam adaptação do sistema do governo à portaria publicada na semana passada, que, segundo Rolim, deve acelerar a análise dos processos quando implementada.