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INSS tem orçamento menor para 2022 e usuário pode ser prejudicado

·1 min de leitura
Pagamento de empresas terceirizadas responsáveis pela zeladoria das unidades e sistema interno de tecnologia podem afetar os beneficiários da Previdência Social. (Igor Do Vale/Getty Images)
Pagamento de empresas terceirizadas responsáveis pela zeladoria das unidades e sistema interno de tecnologia podem afetar os beneficiários da Previdência Social. (Igor Do Vale/Getty Images)
  • Pode executivo cortou 41% da verba destinada ao INSS;

  • Dinheiro disponível é menor do que o necessário para manter a instituição;

  • Profissionais temem o sucateamento e a incapacidade de atender o público.

Na última segunda-feira o presidente da república, Jair Bolsonaro (PL), publicou no Diário Oficial da União o orçamento federal para 2022. O Ministério do Trabalho e Previdência, responsável pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), sofreu um corte de R$ 1 bilhão.

Com menos dinheiro o atendimento da Previdência Social aos trabalhadores e beneficiários pode ser afetado. O chefe do executivo vetor 41% dos R$ 2,38 bilhões aprovados pelo congresso nacional para o INSS. O INSS terá R$ 1,4 bilhão para operar durante o ano de 2022.

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O ex-presidente do INSS, Leonardo Rolim, disse em agosto de 2021 que o instituto precisa de no mínimo R$ 1,86 bilhão para garantir o funcionamento do órgão. Com o veto do presidente as unidades do órgão podem ficar sem serviços de limpeza e vigilância, por exemplo.

Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, a secretária de políticas sociais da Fenasps (Federação dos sindicatos de trabalhadores em previdência e assistência social), Viviane Pereira, afirma que o atendimento ao cidadão pode ser prejudicado por falta de verba.

"O risco é claro, de ainda maior morosidade nas respostas. Cai um recurso que seria usado para gestão e processamento de dados. A manutenção da estrutura, dos equipamentos, de internet, tudo isso já está profundamente sucateado", explica Pereira.

Para a secretária o corte de verbas vem em um momento delicado para o INSS, "O sistema, os computadores, tudo é muito antigo, vive fora do ar. É o contrário do que o INSS precisa, que é investimento.".

Com informações do jornal Folha de São Paulo.

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