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Inseto-robô pode ser a solução para manutenção de máquinas em ambientes hostis

·2 minuto de leitura

Diversos países estão investindo pesado em energia eólica, construindo gigantescos parques offshore — ou seja, no meio do mar — para gerar eletricidade através de aerogeradores. Porém, como você deve imaginar, não é nada fácil realizar a manutenção dessas estruturas complexas e gigantescas; além de que, obviamente, é necessário manter o gerador desligado, o que acaba afetando a produtividade do parque como um todo.

Pensando nisso, um grupo de pesquisadores do Reino Unido apresentou recentemente o BladeBUG, um curioso robô projetado para se locomover nas hélices dos aerogeradores e realizar serviços simples de manutenção. Com um visual inspirado em insetos, o invento emprega um sistema de sucção na ponta de suas “patinhas” para permanecer grudado mesmo em diferentes ângulos de inclinação.

“Nosso robô usa um design de seis pernas, pendente de patente, com pés de ventosa, o que significa que cada uma das pernas pode se mover e dobrar independentemente. Isso é significativo porque permite que o robô ande na superfície curva da hélice, bem como dentro dela, na torre ou no cubo da turbina”, explica Chris Cieslak, fundador do projeto BladeBUG, em entrevista ao Digital Trends.

Embora a iniciativa esteja ganhando destaque só em 2020, ela foi criada em 2014 depois que Chris resolveu deixar seu trabalho como engenheiro de hélices de aerogeradores. Ele percebeu que, dentro de poucos anos, a quantia de parques eólicos aumentaria drasticamente e não seria possível mais depender unicamente da mão-de-obra humana para manter todos eles em pleno funcionamento.

Os primeiros desenhos de robôs eram bem diferentes dos atuais — o hexápode só surgiu mesmo em 2014, depois que a equipe de Chris confrontou diversos obstáculos para criar um mecanismo que pudesse lidar com as particularidades dos aerogeradores. Como o engenheiro ressalta, as hélices usadas em parques offshore possuem mais de 100 metros e diversas inclinações ao longo de sua extensão.

<em>Imagem: Divulgação/BladeBUG</em>
Imagem: Divulgação/BladeBUG

“A raiz da lâmina tem uma circunferência ampla, mas a ponta é uma curva muito fechada. É particularmente desafiador para um robô caminhar nesses dois extremos e — quando você combina isso com o ambiente offshore hostil e exposto — um robô deve ser capaz de aderir à lâmina e ser flexível o suficiente para se adaptar a um formato que muda tanto”, explica.

Após diversos protótipos, o time finalmente chegou ao design final e está realizando os últimos testes para iniciar a produção em massa. A ideia é que o inseto-robô de reparos esteja disponível para compra já em 2021 — tendo como público-alvo, é claro, empresas privadas de geração e distribuição de energia elétrica, que podem economizar com mão-de-obra humana ao empregar um BladeBUG.

Fonte: Canaltech

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