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Insônia: o que é, quais são os riscos e como tratar

·3 minuto de leitura

De acordo com a pesquisa mais recente da Associação Brasileira do Sono (ABS), mais de 73 milhões de brasileiros sofrem de insônia. Em todo o mundo, estima-se que cerca de 10% a 30% das pessoas tem problemas na hora de dormir. Mas o que é, afinal, a insônia? Por que sofremos desse mal, sendo que fomos "programados" para ter horas de descanso e dormir tranquilos?

A insônia é classificada como um distúrbio do sono, fazendo com que as pessoas são consigam pegar no sono ou não consigam ficar dormindo pelo tempo necessário. A condição acaba resultando em problemas de saúde, como hipertensão, ganho de peso e diabetes, além de comportamentais e sociais. Não conseguir dormir bem pode ser prejudicial para a saúde, uma vez que grande parte dos adultos precisam de cerca de sete a nove horas de sono por noite. Além da quantidade de tempo dormindo, o sono precisa ser de qualidade, sem muitos despertares noturnos, muito menos aqueles em que se demora a dormir novamente.

<em>Imagem: Reprodução/karlyukav/Freepik</em>
Imagem: Reprodução/karlyukav/Freepik

Sintomas e tipos

Uma pessoa que sofre de insônia terá sintomas como acordar mais cedo do que deveria, sentir dificuldade em pegar no sono e acordar no meio da noite, seja uma, duas, ou várias vezes. Em casos mais severos, as noites em claro chegam a fazer parte da rotina dos insones. Sem dormir direito, o indivíduo também irá sentir cansaço extremo durante o dia, irritabilidade, mau-humor, depressão, problemas de memória ou concentração, entre outros sintomas.

Existem dois tipos de insônia: a de curto prazo e a crônica. Enquanto a primeira consiste em perder o sono uma vez ou outra, geralmente após situações de gatilho, como o estresse, a segunda caracteriza quem não consegue dormir por cerca de três vezes por semana, em um processo que já ultrapassa três meses.

São diversos os fatores que contribuem para o surgimento da insônia, envolvendo distúrbios psicológicos e neurológicos, ansiedade, depressão, dor crônica, desconforto no sistema digestivo, alterações hormonais, uso de medicamentos, entre outras questões. Mas ela também pode surgir como consequência de fatores externos, como mudança de emprego, relacionamento, dificuldade financeira, má alimentação e estilo de vida não saudável. Além disso, a insônia pode ser primária (que não tem relação a outra condição, médica ou ambiental) ou secundária (derivada de algum distúrbio ou alteração de vida).

<em>Imagem: Divulgação/Freepik</em>
Imagem: Divulgação/Freepik

Diagnóstico e tratamento

Mesmo que você se identifique com os sintomas citados acima, o diagnóstico precisa ser feito com ajuda médica. Não existe um teste específico para descobrir se uma pessoa tem insônia ou não, mas psiquiatras podem pedir por exames de sangue, testes de sono e informações sobre a sua rotina, que podem ser anotadas em diário. Uma vez diagnosticada, a pessoa pode ser tratada com medicamentos a curto prazo para ajudar a regular o sono, mas o tratamento principal precisa ser feito com terapias especiais. Nela, o profissional irá ajudar o paciente a descobrir o que vem causando a privação do sono para, então, tratar a causa e recomendar alterações necessárias no estilo de vida do paciente.

Enquanto isso, é possível prevenir a insônia reduzindo ou cortando o consumo de cafeína, principalmente no período da noite, e também evitar fazer refeições muito pesadas antes de dormir e reduzir o consumo de tabaco. O paciente precisa ainda criar uma rotina, indo para a cama nos mesmos horários e desligando eletrônicos, como smartphones, televisões, computadores, entre outros, cerca de 30 minutos antes de dormir, mantendo o ambiente escuro.

Fonte: Canaltech

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