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Injúria racial, desacato, resistência, lesão corporal e furto: presa por homofobia em padaria tem lista vasta de crimes

Redação Notícias
·1 minuto de leitura
Mulher agride cliente de padaria em São Paulo com ofensas homofóbicas

A advogada Lidiane Brandão Biezok, de 45 anos, presa após uma série de ataques homofóbicos em uma unidade da padaria Deôla na avenida Pompeia, zona oeste de São Paulo, é velha conhecida da polícia militar.

Com o novo crime em sua lista, Lidiane agora responde a cinco inquéritos. São eles injúria racial, desacato, resistência, lesão corporal e até furto em uma conhecida loja de roupas. Há dois anos, por exemplo, ela discordou de uma conta de bar e iniciou uma briga no estabelecimento.

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Ela não tem registro no cadastro nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), mas em um dos vídeos que circula nas redes sociais, Lidiane afirma que é "advogada internacional".

O Tribunal de Justiça de São Paulo informou que a prisão em flagrante de Lidiane Brandão Biezok foi convertida em preventiva e ela cumprirá prisão domiciliar. Sobre a briga na Pompeia, ela alegou que perdeu a cabeça e que, por ter bipolaridade, é inválida.

"Eu tenho bipolaridade. Chega uma hora que eu não aguento. Foi uma crise de bipolaridade. E ainda estou tendo crise. Minha mão não para de tremer. Eu sou inválida. Quando tem provocação, acabo perdendo a cabeça. Mas pedi desculpas. Falei coisas que não queria, que não sinto isso", disse Lidiane em entrevista ao portal UOL.