Mercado abrirá em 4 h 12 min
  • BOVESPA

    108.402,27
    +1.930,27 (+1,81%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.354,86
    +631,46 (+1,35%)
     
  • PETROLEO CRU

    89,67
    -1,09 (-1,20%)
     
  • OURO

    1.808,40
    +3,20 (+0,18%)
     
  • BTC-USD

    23.825,07
    -144,32 (-0,60%)
     
  • CMC Crypto 200

    556,45
    +13,57 (+2,50%)
     
  • S&P500

    4.140,06
    -5,13 (-0,12%)
     
  • DOW JONES

    32.832,54
    +29,04 (+0,09%)
     
  • FTSE

    7.489,35
    +6,98 (+0,09%)
     
  • HANG SENG

    20.003,44
    -42,33 (-0,21%)
     
  • NIKKEI

    27.999,96
    -249,28 (-0,88%)
     
  • NASDAQ

    13.199,50
    +16,25 (+0,12%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,2164
    +0,0070 (+0,13%)
     

Inglaterra teve mês de julho mais seco já registrado em quase 90 anos

O Escritório de Meteorologia, serviço nacional meteorológico do Reino Unido, revelou nesta segunda-feira (1º) que a Inglaterra passou pelo mês de julho mais seco já registrado desde 1935. Ainda, algumas regiões quebraram recordes próprios — sudeste e centro-sul da Inglaterra, por exemplo, tiveram o mês mais seco desde o início dos registros, em 1836.

Especificamente, essas regiões tiveram apenas 5 mm de chuvas, em média, enquanto a média nacional da Inglaterra ficou em aproximadamente 23,1 mm. Já o Reino Unido ficou com a marca de 46,3 mm de chuva, o que representa o 19º menor volume registrado em julho desde 1836. A chuva foi concentrada nas áreas ao nordeste do país.

Os agricultores do país vêm notando as consequências do tempo seco em suas plantações, e alguns afirmam que foram forçados a realizar colheitas mais cedo que o comum. Enquanto isso, a vida selvagem da Inglaterra não é adaptada a condições mais quentes e secas, e cientistas do país alertam que abelhas e pássaros estão lutando para sobreviver.

A baixa umidade vem após o período de janeiro a junho, considerado o mais seco desde 1976. Além da pressão nos reservatórios de água do país, o tempo seco ajudou a causar incêndios na Inglaterra e em Wales. O fogo foi impulsionado pela onda de calor que elevou as temperaturas do país para além de 40 ºC.

Para cientistas especializados no clima, é indiscutível que o calor extremo seria “virtualmente impossível” sem as mudanças climáticas induzidas pela ação humana. Eles alertam que, se o aquecimento global continuar, as secas e as ondas de calor devem ficar mais comuns.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos