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Inflação tem leve queda nos EUA, mas segue alta

Posto de gasolina em Washington, D.C., em 31 de março de 2022 (AFP/Stefani Reynolds) (Stefani Reynolds)

A inflação cedeu ligeiramente em abril nos Estados Unidos, um dado que alimenta a esperança de que o pior tenha passado, embora seja apenas um alívio em um contexto de forte alta de preços que afeta tanto o poder de compra dos americanos quanto a popularidade de Joe Biden.

Nos 12 meses até abril, a inflação ficou em 8,3%. Ainda que seja inferior ao acumulado em um ano até março, é acima do previsto, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) divulgado nesta quarta-feira (11) pelo Departamento do Trabalho.

A alta de preços está perto do pico, em uma janela de 40 anos, observado em março passado. Os preços dos alimentos registraram seu maior aumento em 12 meses desde o recorde de dezembro de 1981 (+9,4%). Estes números provocam oscilações na Bolsa de Nova York, que nesta quarta oscila entre positivo e negativo desde a abertura.

A boa notícia é que esta é a primeira vez em oito meses que o aumento dos preços se modera, o que traz a esperança do início de um lento recuo da inflação.

"A inflação talvez tenha atingido um teto, mas o declínio até o fim do ano será tudo menos rápido", alertou Gregory Daco, economista-chefe da EY-Parthenon.

- 'Nível aceitável' -

Desde o início da semana, o presidente Joe Biden tenta convencer os americanos de que a Casa Branca está fazendo todo o possível para combater a inflação.

"Embora seja reconfortante ver que a inflação anualizada se moderou em abril, continua em um nível inaceitável. Como eu disse ontem (terça-feira), a inflação é um desafio para as famílias em todo país e reduzi-la é minha principal prioridade econômica", afirmou, em um comunicado.

O presidente deve falar hoje, às 14h15 locais (15h15 em Brasília), de um estabelecimento agropecuário perto de Chicago, sobre o que classifica como "a alta de preços de (Vladimir) Putin".

Lá, apresentará uma série de medidas para tentar baixar a disparada dos preços dos alimentos.

A oposição republicana lembra, sistematicamente, que os preços começaram a subir muito antes da guerra na Ucrânia, lançada em fevereiro passado pela Rússia.

Se forem considerados os dados mensais, a moderação da alta dos preços é mais evidente do que no longo prazo, com uma queda de 0,3% em relação a março, frente a um aumento de 1,2% neste mês em relação a fevereiro.

A principal razão é que os preços da gasolina diminuíram um pouco em abril. Na terça-feira, porém, voltaram a marcar um recorde histórico.

Os custos de energia aumentaram 30,3% nos últimos 12 meses, e o custo da gasolina é 43,6% mais elevado do que há um ano.

- Risco persistente -

"Embora os números de abril sugiram que um pico pode ter sido alcançado", o recente recorde de preços da gasolina nas bombas "mostra que o risco persiste", alertou Kathy Bostjancic, economista-chefe da Oxford Economics, em uma nota de análise.

“Os fechamentos na China, pela covid-19, e a guerra russo-ucraniana exercem uma pressão adicional sobre as cadeias de suprimentos, já tensionadas”, destacou a economista.

Excluindo-se os preços mais voláteis de energia e de alimentos, a inflação subjacente mês a mês marca 0,6% em abril, contra 0,3% em março. Em 12 meses, no entanto, reduz-se para 6,2% em abril, após bater 6,5% em março.

Na terça-feira, vários funcionários do Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano) se manifestaram a favor de fortes aumentos das taxas nos próximos meses para tentar conter a alta dos preços, freando consumo e investimento.

jul/vmt/mr/yow/tt

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